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China reconhece Brasil livre da febre aftosa e libera exportação de carne bovina

China reconhece Brasil livre de febre aftosa e suspende restrições à exportação de carne bovina, abrindo caminho para novas negociações e mercados na Ásia

China reconhece que Brasil está livre da febre aftosa e suspende restrições à exportação de carne bovina brasileira — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
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  • A China reconheceu que o Brasil está livre da febre aftosa e suspendeu restrições à exportação de carne bovina brasileira.
  • A ação encerra uma negociação sanitária de mais de vinte anos, após o reconhecimento da Organização Mundial da Saúde Animal.
  • A decisão pode abrir caminho para novas negociações com a China, incluindo produtos como miúdos e carne com osso, e atrair novos compradores na Ásia.
  • Representantes do setor destacam potencial impacto em outros mercados, como Coreia do Sul e Japão, que ainda não reconhecem oficialmente o status brasileiro.

O governo chinês reconheceu nesta terça-feira que o Brasil está livre da febre aftosa sem vacinação e suspendeu as restrições à exportação de carne bovina brasileira. A medida, anunciada em meio a uma negociação sanitária que se estende há mais de duas décadas, encerra um impasse que limitava vendas brasileiras ao mercado chinês.

A decisão foi tomada um ano após o reconhecimento da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) de status sanitário do Brasil. Com a mudança, regiões do Brasil deixam de enfrentar barreiras para a venda de carne bovina ao exterior, incluindo a China.

Representantes do setor avaliam que o passo pode destravar negociações pendentes com a China sobre otros produtos, como miúdos e carne com osso, além de abrir espaço para novos compradores na Ásia. O movimento também pode incentivar outros países a reconhecer o status brasileiro.

Impatos para mercados e próximos passos

Dirigentes do setor acreditam que a China pode influenciar o ritmo de reconhecimento por outros países, como Coreia do Sul e Japão, ampliando a capacidade exportadora brasileira. A equipe brasileira acompanha a evolução das conversas e os prazos para novos acordos com o mercado chinês.

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