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EUA acusam Irã de lançar ataques contra Bahrein e Kuwait

EUA acusam Irã de ataques com mísseis a Bahrein e Kuwait; mísseis falharam ou foram interceptados, aumentando tensões no Golfo

Um F/A-18E Super Hornet decola do convés de voo do porta-aviões USS Abraham Lincoln (CVN 72), da classe Nimitz, no Mar Arábico, em 15 de fevereiro de 2026. — Foto: Nathaly Cruz/US Navy
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  • Os militares dos Estados Unidos afirmam que ataques iranianos com mísseis contra Bahrein, Kuwait e outros alvos foram frustrados ou falharam.
  • Dois mísseis disparados contra o Kuwait não alcançaram o objetivo ou se desintegraram em voo.
  • Vários mísseis balísticos destinados à região falharam e três mísseis contra o Bahrein foram interceptados.
  • O Comando Central dos EUA informou ainda que drones iranianos foram derrubados e houve ataques contra a ilha de Qeshm, perto do Estreito de Ormuz.
  • O conflito persiste com um cessar-fogo frágil e negociações entre EUA e Irã sobre um possível acordo ainda sem formalização.

Ações militares no Golfo se intensificaram na madrugada de quarta-feira. EUA afirmam que mísseis iranianos destinados ao Bahrein e ao Kuwait falharam ou foram interceptados. O ataque ocorreu em meio a tentativas de negotiating entre Washington e Teerã.

Segundo o Comando Central dos EUA, dois mísseis iranianos atingiram o Kuwait sem alcançar o alvo, ou se desintegraram no voo. Além disso, vários mísseis balísticos falharam, e três mísseis lançados contra o Bahrein não chegaram a atingir seus objetivos.

Forças americanas também disseram ter derrubado drones iranianos que visavam embarcações civis na região e realizado ataques contra a ilha de Qeshm, perto do Estreito de Ormuz, em resposta às ofensivas. Do fim de fevereiro, Irã vem mirando Bahrein e Kuwait, países com bases dos EUA.

Contexto diplomático

Na esfera política, autoridades dos EUA e do Irã mencionaram avanços limitados em tentativas de cessar as hostilidades. A relação entre as partes permanece tensa, com um cessar-fogo frágil e o estreito de Ormuz ainda com tráfego severamente restrito.

Entre declarações públicas, Washington sinalizou que pode flexibilizar sanções apenas se o Irã abandonar atividades nucleares; Teerã nega ter planos de armas nucleares. A janela para acordo permanece aberta, mas sem formalização.

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