- Flávio Bolsonaro enviou carta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, pedindo que os Estados Unidos não imponham novas tarifas sobre produtos brasileiros.
- No documento, ele elogia a classificação do CV e do PCC como organizações terroristas, dizendo que a medida avança no enfrentamento ao crime organizado.
- O senador aponta preocupação com a investigação norte-americana baseada na Seção 301 da Lei de Comércio, que pode resultar em tarifas ao Brasil.
- Afirma que a economia brasileira vive deterioração fiscal, citando aumento da dívida pública, elevação da inadimplência e recordes de recuperação judicial.
- Diz estar confiante de que será eleito presidente em outubro e se coloca à disposição para negociar um amplo acordo de comércio e investimentos, fortalecendo a relação entre Brasil e Estados Unidos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enviou uma carta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, nesta terça-feira, para pedir que haja suspensão de novas tarifas sobre produtos brasileiros. A mensagem também afirma a confiança do senador de que será eleito presidente em outubro.
No documento, Flávio agradece a classificação do CV e do PCC como organizações terroristas pelos EUA, destacando esse movimento como avanço no combate ao crime organizado. O texto ressalta preocupações com a Seção 301 da Lei de Comércio, que pode abrir caminho para tarifas adicionais aos produtos do Brasil.
A carta alerta que tarifas novas podem prejudicar a população brasileira, citando deterioração fiscal e econômica, aumento da inadimplência e recorde de pedidos de recuperação judicial no país. O senador afirma que manter relações comerciais é essencial para os dois países.
Pedido e perspectivas comerciais
Flávio Bolsonaro afirma que não imponha tarifas ao Brasil, destacando interesse em um acordo de comércio e investimentos. Segundo ele, está preparado para disponibilizar a equipe de transição e buscar um acordo que beneficie ambas nações, caso seja eleito.
O político afirma também que pretende aprofundar a parceria estratégica entre Brasil e Estados Unidos, mantendo o fortalecimento das relações bilaterais e a cooperação em temas de segurança e economia. Agora, o foco é o diálogo com Washington.
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