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Meta amplia controle de conteúdo para adolescentes nas redes sociais

Meta amplia controles de conteúdo para adolescentes no Instagram, Facebook e Messenger, com filtro 13+ e recursos de conteúdo limitado para reduzir exposição repetitiva

Logotipo da Meta Platforms durante uma conferência em Mumbai
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  • Meta expandiu as configurações de conteúdo para contas de adolescentes no Instagram, Facebook e Messenger em todo o mundo.
  • As contas de adolescentes passam a ter a configuração de conteúdo 13+ como padrão, com a opção “Conteúdo limitado” ainda neste ano no Facebook e no Messenger.
  • O Instagram está testando um recurso para reduzir a exibição de determinados conteúdos repetitivos e promover um feed mais equilibrado.
  • A medida ocorre em meio a pressão regulatória na União Europeia e nos Estados Unidos sobre conteúdos voltados a jovens e impactos potenciais nos negócios.
  • Em Los Angeles, houve um julgamento envolvendo Meta e Google, com indenização total de US$ 6 milhões a uma jovem que alegou vício em redes sociais na infância.

A Meta anunciou a expansão das configurações de conteúdo voltadas a contas de adolescentes no Instagram, Facebook e Messenger. A medida visa assegurar experiências compatíveis com a idade dos usuários mais jovens, em todo o mundo.

A iniciativa já havia sido testada em países selecionados desde outubro. Agora, a empresa amplia o alcance, com o objetivo de evitar que crianças acessem conteúdos inadequados, segundo a própria Meta.

A empresa ressaltou que as contas de adolescentes passam a ter o padrão de filtragem 13+, responsável por restringir conteúdos inadequados para essa faixa etária.

Além disso, será oferecida uma configuração adicional chamada Conteúdo limitado, com restrições ainda maiores, para Facebook e Messenger ainda neste ano.

O Instagram está testando um recurso para evitar excesso de exposição a determinados temas, buscando um feed mais equilibrado para adolescentes.

A medida surge após alertas anteriores da Meta sobre impactos regulatórios na UE e EUA envolvendo políticas para jovens, que podem afetar seus negócios e resultados.

Em março, um julgamento em Los Angeles responsabilizou Meta e Google por facilitar vício em redes sociais entre jovens, com uma indenização conjunta de US$ 6 milhões a uma jovem de 20 anos.

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