- Na terça-feira, 2 de junho, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Emirados Árabes Unidos e Kuwait cooperaram de forma agressiva na guerra contra o Irã.
- Rubio disse que esses aliados na região têm sido “agressivamente cooperativos” com os EUA.
- A Embaixada do Irã reagiu, afirmando que os EUA reconhecem que os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait iniciaram ataques contra o Irã.
- O Irã já havia acusado os Emirados Árabes Unidos de participação em ataques durante encontro de ministros do Brics, na Índia, no mês passado.
- Dias antes, o Irã também informou que o Kuwait prendeu membros do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, em uma tentativa de infiltração no território kuwaitiano.
Marco Rubio afirmou nesta terça-feira (2/6), em audiência no Senado dos EUA, que Emirados Árabes Unidos e Kuwait teriam cooperado de forma agressiva com os norte-americanos na guerra contra o Irã. A declaração ocorreu durante a sessão de defesa de políticas no Senado.
Rubio citou esses dois países como exemplos de aliados que atuaram de modo ativo na coalizão. Ele não detalhou ações específicas, mas destacou a cooperação como parte de uma estratégia regional.
A Embaixada do Irã reagiu, dizendo que os EUA reconhecem que Emirados Árabes Unidos e Kuwait teriam iniciado ataques contra o Irã. A nota oficial ressaltou que Teerã não reconhece as acusações feitas pelos EUA.
Resposta de Teerã
O Irã já havia acusado os Emirados Árabes Unidos de participação em ataques, durante reunião de ministros das Relações Exteriores do Brics realizada na Índia no mês anterior. O país também manteve críticas aos vizinhos do Golfo no contexto da tensão regional.
Dias antes, o Kuwait informou ter detido membros do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica que teriam tentado infiltrar-se no território para atuar de forma hostil. Teerã tratou o episódio como uma agressão e encarou as ações como hostis atribuídas ao Irã.
A comunicação pública das autoridades iranianas enfatiza uma visão de escalada regional e de acusações mútuas entre Teerã e seus vizinhos, em meio ao debate sobre o papel dos Estados Unidos na região.
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