- O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira o projeto de resolução que cria o Grupo Parlamentar Brasil-Estônia (PRS 61/2025), a ser promulgado pela Presidência do Senado.
- O autor da proposta é o senador Flávio Arns (PSB-PR). Entre os objetivos estão fortalecer os canais de diálogo entre os Legislativos dos dois países e aprofundar as relações bilaterais.
- O texto destaca que Brasil e Estônia mantêm um bom diálogo político, expresso em visitas de alto nível e no apoio recíproco a candidaturas em fóruns multilaterais.
- O senador Fernando Dueire (PSD-PE) foi o relator da matéria e apresentou parecer favorável, ressaltando a cooperação em áreas como governo digital, assinatura eletrônica e serviços públicos digitais.
- Dueire afirmou que a Estônia está na vanguarda desses processos e que o Brasil avançou na digitalização, citando ainda o voto pela internet como exemplo de inovação.
O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (2) o projeto de resolução que cria o Grupo Parlamentar Brasil-Estônia. A proposta, PRS 61/2025, será promulgada pela Presidência da Casa. O objetivo é estabelecer canais de diálogo entre os Legislativos dos dois países e aprofundar a relação bilateral.
Autor da proposta, o senador Flávio Arns (PSB-PR) destaca que o grupo deve ampliar cooperação em áreas como comércio, investimentos e governança digital. O texto enfatiza a criação de espaço de diálogo sobre boas práticas legislativas e transformação digital.
O senador Fernando Dueire (PSD-PE) foi o relator do projeto. Ele apresentou parecer favorável, afirmando que a parceria pode fortalecer vínculos, especialmente em governo digital, assinatura eletrônica e serviços públicos online. Dueire cita a Estônia como referência em digitalização.
Avanços e próximos passos
Segundo o parecer, a Estônia é referência mundial na implementação de voto pela internet e em plataformas digitais para serviços públicos. O Brasil tem avançado na digitalização, o que pode fomentar intercâmbio técnico entre as duas nações.
A matéria será promulgada pela Presidência do Senado e passa a vigorar para facilitar ações conjuntas entre os governos e parlamentos dos dois países. O movimento reforça diálogo político de alto nível e cooperação multilateral.
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