- Cerca de 41 mil pessoas, incluindo quase 4,5 mil crianças, buscaram abrigo no metrô de Kyiv durante a noite, segundo a empresa de transporte.
- Kyiv foi alvo de ataques russos, com mortos e feridos; pelo menos seis pessoas morreram na capital, e em Dnipro ao menos 16 perderam a vida.
- Mais de 90 pessoas ficaram feridas em Kyiv e Dnipro, enquanto Kharkiv registrou cerca de 10 feridos, incluindo uma criança.
- Em Vynohradar, prédios residenciais sofreram danos graves, carros ficaram queimados e dois lançadores de explosões foram ouvidos pelos moradores.
- Mesmo com a devastação, a cidade retomou atividades diárias, com equipes de resgate, apoio psicológico e ajuda a desabrigados; moradores expressaram o sentimento de luto coletivo.
Ucrânia viveu mais uma madrugada de ataques. Em Kyiv, o governo informou que a cidade foi atingida por mísseis e drones, após ameaças russas de intensificar os ataques. Milhares buscaram abrigo em abrigos subterrâneos, enquanto explosões desmontavam cenas urbanas.
Mais de 41 mil pessoas, incluindo cerca de 4,5 mil crianças, passaram a noite sob a linha férrea do metrô de Kyiv, segundo a empresa de transportes. A ofensiva deixou mortos e feridos, com Kyiv registrando ao menos seis óbitos nessa noite.
Em Dnipro, ao menos 16 pessoas morreram após o ataque a dois prédios residenciais. Em Kharkiv, a cidade do nordeste também foi atingida, com danos a infraestrutura de energia e ao menos 10 feridos, entre eles uma criança. Outras regiões também foram visadas.
Desdobramentos e impacto
Em Vynohrardar, subúrbio de Kyiv, houve devastação em blocos de apartamentos, com carros queimados e janelas estilhaçadas. Moradores relataram ouvir várias explosões e houve encaminhamentos de pacientes para hospitais. Trabalhadores municipais e voluntários distribuíram suprimentos e ofereceram apoio psicológico.
Resgatistas monitoravam a área, assegurando que ninguém ficasse para trás. Policiais afastaram moradores de áreas com estilhaços ainda caindo. Ao lado, crianças brincavam em parquininha, enquanto equipes de reconstrução iniciavam a remoção de escombros e reparos em vias públicas.
A resposta humanitária incluiu apoio médico, fornecimento de alimentação e água, além de suporte emocional para quem perdeu bens ou moradias. Apesar dos impactos, parte da cidade retomou atividades, com obras de pavimentação e circulação de ônibus em outros setores.
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