- Gilmar Mendes afirma que deseja ampliar a participação internacional e ter um documento com metas na edição de 2027 do Fórum de Lisboa, marcada para 5 a 7 de julho.
- Plateia do Fórum aplaude quando o Procurador-geral da República elogia Moraes pela atuação no caso do 8 de Janeiro.
- Nobel de Economia, Joel Mokyr, diz que o Vale do Silício depende de imigrantes e aponta populismo e xenofobia como principais entraves para inovações tecnológicas.
- Ex-presidente da Colômbia, Iván Duque, vê fim do multilateralismo e defende a ideia de minilateralismo, citando a Argentina como exemplo econômico.
- Camilo Santana comenta que a “família Bolsonaro” defende os EUA, em referência à proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
O 14º Fórum de Lisboa reuniu líderes, especialistas e autoridades para debater temas de economia, política internacional e tecnologia. O evento destacou a intenção de ampliar participação global e traçar metas para a edição de 2027, marcada para 5 a 7 de julho, em Lisboa.
Entre os focos, o ministro Gilmar Mendes sinalizou o desejo de transformar o Fórum no equivalente mundial, com um documento de metas para orientar as futuras discussões. A proposta aponta para maior envolvimento internacional e cooperação entre países.
Ainda em Lisboa, o Ministério Público Federal e autoridades avaliariam o papel da Justiça na agenda global, com menções a situações recentes de segurança pública. O tom foi de reforçar o compromisso institucional e a atuação em temas transnacionais.
Economia e tecnologia
No âmbito da economia, o Fórum trouxe observações sobre imigração e inovação, com o prêmio Nobel de Economia destacando a influência de trabalhadores estrangeiros na inovação tecnológica, apontando desafios como populismo e xenofobia.
Política internacional e comunicação
Outra linha de debate tratou da evolução do multilateralismo, com a visão de que o mundo caminha para uma era de menor cooperação aberta e maior cooperação pontual entre nações, citadas referências de líderes regionais.
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