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Quatro condenados à morte por ataque a igreja católica na Nigéria

Tribunal de Abuja condena quatro homens à morte por ataque à igreja em Owo; execução depende de aprovação presidencial, com vinte anos de prisão por terrorismo

Five men were on trial but only four were sentenced after one was acquitted
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  • Tribunal em Abuja condenou quatro homens à pena de morte pelo ataque à igreja católica St. Francis, em Owo, no estado de Ondo, em 2022, que deixou quarenta e um mortos e mais de cem feridos.
  • Além da pena máxima, os réus receberam vinte anos de prisão por pertencerem a um grupo terrorista: Idris Abdulmalik Omeiza, Al Qasim Idris, Jamiu Abdulmalik e Abdulhaleem Idris.
  • Um quinto réu, Momoh Otuho Abubakar, foi absolvido por insuficiência de provas, apesar de ter sido acusado de financiar o ataque.
  • O juiz Emeka Nwite afirmou que as provas apresentadas não foram abaloadas em julgamento e que testemunhas reconheceram dois dos acusados como atacantes.
  • A execução depende de aprovação do presidente da Nigéria; não há histórico recente de execuções no país, e o caso recebeu julgamento acelerado, iniciado em agosto de 2025.

Um tribunal em Abuja condenou quatro homens à morte pela agressão à igreja católica St Francis, em Owo, no estado de Ondo, durante serviço de Pentecostes em 2022. O ataque deixou 41 mortos e mais de 100 feridos, segundo relatos da corte.

Os réus são Idris Abdulmalik Omeiza, Al Qasim Idris, Jamiu Abdulmalik e Abdulhaleem Idris. Além da pena de morte, foram condenados a 20 anos de prisão por pertencerem a um grupo terrorista. A decisão foi anunciada pela Justiça após um julgamento com duração de meses.

O juiz Emeka Nwite afirmou que as provas apresentadas foram robustas e não poderiam ser refutadas. Entre as testemunhas, houve uma mulher que teve a perna amputada e perdeu o olho esquerdo na explosão. Os nine counts incluíam associação a grupo terrorista e planejamento de mortes.

Um quinto acusado, Momoh Otuho Abubakar, foi absolvido por insuficiência de provas sobre financiamento ao ataque. A defesa nega participação dos demais réus na fonte de recursos alegada. O Ministério Público ressaltou que a Justiça foi feita para as vítimas.

O sistema jurídico exige consentimento presidencial para a execução. Não houve execuções no país há anos. O veredito ocorre em meio a ataques contínuos a igrejas no país e a crescente preocupação com a segurança pública.

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