- O Senado dos Estados Unidos aprovou avançar com o projeto de gastos migratórios, retirando 1 bilhão de dólares destinados ao novo salão de festas da Casa Branca.
- Esse valor era para upgrades de segurança do Serviço Secreto relacionados ao salão, após o tiroteio em abril durante um evento no hotel.
- O projeto de reconciliação prevê aproximadamente 72 bilhões de dólares para agências de imigração; democratas diziam que recursos de segurança não poderiam ficar vinculados.
- A votação foi de 53 a 45, permitindo seguir com o texto e abrir espaço para emendas antes da votação final e envio à Câmara.
- A oposição democrata critica os planos do salão; planos do Departamento de Justiça sobre um fundo anti-weaponização foram rejeitados, e o بات ainda não está completamente encerrado, com sugestões de novas leis para barrar esse tipo de fundo.
O Senado dos EUA avançou com um projeto de verba de imigração após republicanos cobrarem a retirada de 1 bilhão de dólares destinados à construção de um salão de eventos na Casa Branca. A medida visava reforçar a segurança do Serviço Secreto, ligada ao atentado de abril.
A ação envolve Republicans, Democrats e o governo de Donald Trump. O objetivo inicial era financiar o upgrade de segurança ao site do novo salão, com recursos a serem captados por doações privadas, segundo a Casa Branca.
Quando e onde ocorreu a decisão? O Senado votou na quarta-feira, em Washington, para seguir com o texto que inclui agências de imigração, ICE e Border Patrol. A Câmara deverá votar depois, para então ir ao presidente.
Detalhes da votação
A manobra recebeu 53 votos a favor e 45 contra, permitindo o avanço do texto da verba de imigração. O projeto permanece em discussão com emendas, antes de uma votação final possível ainda nesta semana.
Contexto da disputa orçamentária
A retirada do dinheiro para o salão de Trump reduz o impacto financeiro direto da obra. A Casa Branca argumenta que o salão é necessário para funções oficiais e reafirma que arrecadaria o financiamento privado.
Outros desdobramentos
A proposta ainda enfrentou resistência sobre um fundo anti-weaponização do DOJ, que buscava 1,8 bilhão para compensar supostos danos de abusos governamentais. O DOJ informou que desistiu de criar o fundo, segundo autoridades.
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