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Meta critica plano australiano de taxar gigantes da tecnologia por notícias

Austrália propõe lei para que gigantes da tecnologia remunerem a imprensa local por notícias compartilhadas; Meta critica injustiça e riscos à sustentabilidade

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  • A Meta criticou o plano da Austrália de cobrar gigantes da tecnologia pelo conteúdo jornalístico publicado nas redes sociais, chamando a proposta de injusta e mal elaborada.
  • A legislação pretende que Meta, Google e TikTok compensem empresas jornalísticas locais pelo compartilhamento de artigos que geram tráfego.
  • Caso se recusem, as plataformas podem sofrer multas equivalentes a 2,25% da receita gerada no país.
  • Defensores da lei argumentam que as redes sociais atraem usuários com conteúdo jornalístico e lucram com publicidade que, de outra forma, iria para veículos de notícia.
  • Dados da Universidade de Canberra apontam que mais da metade dos australianos usa redes sociais como fonte de notícias.

Meta critica o projeto de lei da Austrália que pretende cobrar grandes plataformas por notícias publicadas nas redes sociais. A medida, anunciada em australiano, busca compensar veículos jornalísticos locais pelo tráfego gerado. A proposta foi divulgada na imprensa na quinta-feira, 4, e envolve plataformas como Meta, Google e TikTok.

A empresa dona do Instagram e do Facebook classificou a legislação como injusta e mal elaborada, afirmando que não criará um setor de notícias diversificado e sustentável. Considerou o texto discriminatório e economicamente incoerente, segundo o comunicado divulgado.

O projeto prevê que as plataformas monetizem conteúdos jornalísticos locais por meio de acordos com veículos de mídia. Em caso de recusa, as gigantes estariam sujeitas a multa de 2,25% da receita gerada no país. A meta é reparar perdas de receita de publicidade em favor das notícias.

Contexto da proposta

Defensores argumentam que redes sociais atraem usuários com conteúdo jornalístico e geram receitas de publicidade que, de outra forma, iriam para os veículos. O texto busca distribuir esse valor entre produtores de notícia e plataformas que distribuem o conteúdo.

Dados sobre o uso

Segundo a Universidade de Canberra, mais da metade dos australianos utiliza as redes sociais como fonte de notícias. A proposta surge no debate sobre a sustentabilidade do jornalismo frente à atuação das grandes plataformas digitais, com impactos na cadeia de imprensa.

Fontes e referências

A informação sobre a posição da Meta e os parâmetros da lei foi veiculada pela imprensa internacional, com cobertura da AFP.

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