- Emma Barnett, de 36 anos, foi condenada à prisão perpétua no Reino Unido, com mínimo de vinte e dois anos, pela morte do filho de quatorze meses, Oakley.
- O tribunal disse que ela preparou uma mistura de leite com medicamentos e ofereceu ao bebê algumas horas após a decisão judicial que determinou a retirada da guarda da criança.
- Horas depois, Barnett retirou os medicamentos em uma farmácia e seguiu para a Floresta de Epping, em Essex, segundo a polícia, numa tentativa de dificultar a localização.
- A mãe foi encontrada escondida no sótão da casa, ao lado do filho inconsciente; ela inicialmente disse que Oakley dormia, mas posteriormente admitiu a morte.
- Oakley recebeu atendimento de emergência, mas faleceu no hospital; familiares homenagearam a criança durante o julgamento.
Uma mulher de 36 anos foi condenada à prisão perpétua no Reino Unido, com regime de mínimo de 22 anos, pela morte do próprio filho, um bebê de 14 meses. O caso ganhou atenção nacional após o veredito do Tribunal da Coroa de Cambridge.
Segundo o tribunal, Emma Barnett preparou uma mistura de leite com medicamentos e ofereceu ao filho, Oakley, poucas horas após uma decisão judicial que determinou a retirada da criança de sua guarda. A conclusão ocorreu durante o julgamento e a notícia ganhou repercussão no país.
Horas após a decisão, Barnett retirou os medicamentos em uma farmácia e seguiu para a Floresta de Epping, em Essex, numa tentativa de dificultar a localização pelas autoridades. A movimentação chamou a atenção das investigações.
A polícia chegou à residência de Barnett, em Debden, após ela enviar uma mensagem a uma assistente social dizendo que precisava se desfazer do celular. Ao entrarem no imóvel, os agentes encontraram a mãe escondida no sótão, enrolada em cobertores ao lado do filho inconsciente.
Inicialmente, Barnett disse aos policiais que Oakley dormia. Em seguida, admitiu ter causado a morte da criança. Equipes de resgate não conseguiram salvar Oakley; ele entrou em coma e faleceu no hospital após o atendimento.
Durante o julgamento, familiares prestaram homenagem ao bebê, descrevendo Oakley como uma criança que trazia luz, risos e amor aos ambientes. O veredito aponta para a responsabilidade de Barnett na morte da criança e na ocultação do corpo.
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