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França multa Shein e mantém resistência ao fast fashion

França aplica mais de 22 milhões de euros em multas à Shein por falhas de rastreamento, prazos de entrega e informações ambientais

foto com cor. shein é multada pela frança em mais de 22 milhões de euros - metrópoles
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  • França aplicou duas novas multas à Shein, totalizando mais de 22 milhões de euros, por falhas no rastreamento de produtos, prazos de entrega e informações ambientais, anunciadas em 3 de junho pela DGCCRF.
  • As sanções foram impostas pela Direção-Geral de Concorrência, Consumo e Repressão a Fraudes (DGCCRF).
  • A multa de 16,7 milhões de euros decorre da ausência de informações nos e-mails de confirmação de pedido, já que a plataforma não incluía dados como preço, vendedor e prazo no e-mail.
  • A outra multa, de 5,7 milhões de euros, pune o descumprimento do direito de arrependimento de 14 dias e a falta de informações ambientais.
  • Ao todo, as sanções contra a Shein na França somam mais de 210 milhões de euros; o governo tem feito da resistência a plataformas internacionais de fast fashion uma prioridade em 2026, conforme o ministro Serge Papin.

Na quarta-feira, 3 de junho de 2026, a França aplicou duas novas multas à Shein, soma superior a 22 milhões de euros. As sanções foram impostas pela Direção-Geral de Concorrência, Consumo e Repressão a Fraudes (DGCCRF). O objetivo é reforçar regras de rastreabilidade, prazos de entrega e informações ambientais no e-commerce.

A punição principal, de 16,7 milhões, pune a ausência de informações nos e-mails de confirmação de pedido. Dados como preço, vendedor e prazo aparecem no acesso do cliente, mas não constam nas mensagens enviadas.

A segunda multa, de 5,7 milhões, trata do direito de arrependimento e da falta de informações ambientais. O consumidor tem 14 dias para desistir da compra, conforme a lei.

Contexto da resistência francesa

Ao todo, as sanções contra a Shein já somam mais de 210 milhões de euros desde 2025, em um esforço do governo para coibir práticas de plataformas internacionais de fast fashion.

Em fevereiro de 2026, o ministro Serge Papin sinalizou que a resistência a plataformas como Shein e Temu seria prioridade para o ano, defendendo condições de concorrência mais justas para marcas locais.

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