- Israel bombardeou alvos militares no Irã em retaliação aos mísseis lançados contra território israelense, segundo as Forças Armadas de Israel.
- Explosões foram registradas na capital Teerã e nas cidades de Tabriz, Isfahan e Karaj, conforme a imprensa estatal iraniana.
- O ataque iraniano ocorre após Israel atacar Beirute, marcando uma escalada desde o cessar-fogo entre Tel Aviv e o Líbano.
- Trump ligou para o premiê israelense pedindo que não houvesse retaliação para manter o cessar-fogo, embora não haja evidência de acordo próximo.
- Em entrevista ao Financial Times, o presidente dos EUA afirmou que Netanyahu “não tem escolha” a não ser aceitar um acordo com o Irã e que ele manda nas negociações.
Israel reagiu a um ataque de mísseis do Irã com bombardeio a alvos militares no Irã, neste domingo (7) e madrugada de segunda (8). O objetivo foi retaliação, em meio a um cessar-fogo instável entre as outras partes envolvidas. A ação ocorreu sem acordo com os EUA.
Forças Armadas de Israel afirmam ter atingido alvos no Irã Ocidental e Central. Publicação iraniana informou explosões em Teerã e nas cidades de Tabriz, Isfahan e Karaj, sinalizando resposta aos disparos recentes contra Israel.
Desdobramentos estratégicos
O ataque iraniano seguiu o bombardeio de Israel sobre Beirute, no Líbano, o que elevou tensões na região. Teerã classificou a ofensiva israelense como uma violação grave das linhas vermelhas traçadas anteriormente.
Pouco depois, o presidente Donald Trump ligou para Netanyahu para pedir contenção, segundo fontes. Trump afirmou que havia espaço para um acordo com o Irã, mas que Israel deveria evitar retaliação imediata.
Em entrevista ao Financial Times, Trump afirmou que as negociações não estavam totalmente definidas e disse que Netanyahu tem “uma escolha” de aceitar acordo com o Irã. A declaração gerou leitura de apoio às tratativas entre as partes.
Este texto está em atualização.
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