- O preço do petróleo abriu em alta, com o barril Brent negociado a US$ 96,33, alta de 3,48%.
- Israel atacou um reduto do Hezbollah nas proximidades de Beirute, Dahiyeh, sendo a primeira investida desde o cessar-fogo.
- Em resposta, o Irã lançou mísseis contra o território israelense; a Guarda Revolucionária ameaçou novos ataques se a operação continuar.
- O Exército de Israel emitiu alerta de evacuação para moradores de Tiro, no sul do Líbano, antes de possíveis ações.
- A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e parceiros (Opep+) anunciou novo aumento das metas de produção, o quarto desde o bloqueio no estreito de Hormuz; Emirados Árabes Unidos deixaram a Opep+.
O petróleo disparou após novos ataques na região. Israel atacou alvos do Hezbollah em Dahiyeh, no sul de Beirute, enquanto o Irã lançou mísseis contra Israel e seus aliados no Golfo, elevando as tensões no Oriente Médio.
O barril Brent era negociado a US$ 96,33, com alta de 3,48% às 19h (horário de Brasília). Às 19h10, chegou a US$ 95,80, variação de 2,96%.
O ataque israelense ocorreu na região de Dahiyeh, principal reduto do Hezbollah em Beirute, marcando a primeira ofensiva contra esse reduto desde o cessar-fogo de 16 de abril. Em resposta, o Irã afirmou ter atacado o território israelense.
O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, declarou que a ofensiva em Dahiyeh foi em retaliação a disparos do Hezbollah contra Israel. O Exército também emitiu alerta de evacuação em Tiro, no sul do Líbano, antes de possíveis ataques.
No âmbito internacional, o Irã considerou ataques americanos ao radar e à vigilância costeira no Golfo como violação do cessar-fogo e reagiu com lançamentos contra o Bahrein e o Kuwait, aliados de Washington. A Guarda Revolucionária divulgou a promessa de novas ações, caso as operações no Líbano continuem.
A Opep+” anunciou novo aumento de metas de produção, em igual número de meses, ainda impactada pela guerra entre EUA e Irã. A guerra afecta o fluxo de petróleo pelo estreito de Hormuz, contribuindo para o agravamento da crise de abastecimento global.
A crise operacional permanece com restrições de fornecimento de países da Opep+, após o fim de fevereiro, quando membros importantes enfrentaram limitações para atender a demanda. O Canal diplomático entre EUA, Irã e aliados segue tenso na região.
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