- A conferência de Bonn, na Alemanha, começa em 8 de junho para discutir roteiros de transição dos países longe dos combustíveis fósseis, preparando o terreno para a COP-31 em Antália.
- A ideia ganhou impulso na COP de Belém e, no fim de abril, mais de 50 países participaram da primeira edição de um fórum dedicado, em Santa Marta, na Colômbia.
- A presidência brasileira da COP-30 organiza eventos paralelos em Bonn com base em contribuições de 120 países, para apresentar o contorno do documento e ampliar o engajamento.
- O mapa do caminho não é mandatado nem precisa de consenso; pretende oferecer diretrizes que incentivem países a desenvolver seus próprios mapas nacionais e regionais, com potencial influência nas NDCs.
- As sessões em Bonn são preparatórias e não representam decisões finais; o foco é avançar o mecanismo de transição justa, adaptação e financiamento, seguindo o impulso iniciado em Belém e Santa Marta.
O que se espera em Bonn é o avanço dos roteiros de transição dos países para fora dos combustíveis fósseis. A conferência do clima começa nesta segunda-feira, 8, na Alemanha, com foco em etapas técnicas e políticas para reduzir a dependência de energia fóssil.
O tema ganhou impulso na COP de Belém e ganhou força com a criação de um fórum separado para tratar do assunto. A primeira edição dessa conferência ocorreu em Santa Marta, na Colômbia, no fim de abril, com participação de mais de 50 países.
A presidência brasileira da COP-30, até 2026, pretende apresentar até novembro um roteiro para operacionalizar a transição, com contribuições já enviadas por vários países. Eventos paralelos em Bonn deverão expor os contornos do documento, que não tem caráter mandatado.
O que será discutido em Bonn?
As sessões de Bonn funcionam como etapa preparatória sem decisões finais, com foco em aspectos técnicos e políticos para a COP-31, programada para novembro na Antália. O objetivo é consolidar diretrizes que orientem mapas do caminho nacionais e regionais.
Especialistas apontam que a prioridade é estruturar o mecanismo de transição justa, alinhado às metas de adaptação e ao novo programa de financiamento climático. O debate também serve para manter o impulso iniciado em Belém e Santa Marta.
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