- O bispo Osório Citora Afonso, de 54 anos, foi encontrado morto a tiros na madrugada de 6 de junho em sua residência oficial, na Diocese de Quelimane, em Moçambique.
- Segundo o Serviço Nacional de Investigação Criminal da província de Zambézia, assaltantes invadiram a residência e atiraram contra o religioso, que foi atingido no peito; as investigações já foram abertas.
- O arcebispo Inácio Saúre, presidente da Conferência Episcopal de Moçambique, afirmou que Afonso foi encontrado em circunstâncias incomuns e pediu serenidade aos fiéis.
- A morte ocorre semanas depois de o bispo denunciar a escalada de violência em Cabo Delgado, onde ataques de insurgentes islâmicos continuam causando mortes e deslocamentos.
- O presidente moçambicano Daniel Chapo lamentou a perda e destacou a devoção de Afonso à paz e à reconciliação; Afonso havia sido nomeado para a Diocese de Quelimane em julho de 2025 e acumulava, desde abril, a função de administrador apostólico da Arquidiocese de Beira. A primeira missa em memória ocorreu ainda em 6 de junho.
O bispo Osório Citora Afonso, de 54 anos, foi encontrado morto na madrugada de 6 de junho em sua residência oficial, na Diocese Católica de Quelimane, Moçambique. A morte ocorreu após invasão de assaltantes que dispararam contra o religioso, atingindo-o no peito. As investigações foram iniciadas pela Polícia Nacional para identificar os responsáveis.
Segundo o Serviço Nacional de Investigação Criminal da província de Zambézia, o incidente ocorreu na residência do bispo. Afonso havia sido nomeado para a Diocese de Quelimane em julho de 2025 e, desde abril, acumulava a função de administrador apostólico da Arquidiocese de Beira.
A Conferência Episcopal de Moçambique (CEM) confirmou o ocorrido e pediu serenidade aos fiéis. Em May, o bispo denunciou a escalada de violência na região de Cabo Delgado, destacando a necessidade de ações para conter os ataques que afetam civis.
Investigação em curso
O presidente moçambicano, Daniel Chapo, lamentou a perda e destacou a atuação de Afonso pela devoção à paz e à reconciliação. As primeiras missas em memória foram realizadas ainda no dia 6, na Catedral de Quelimane. A Polícia investiga a autoria e motivação do crime.
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