- Israel e Irã anunciaram suspensão dos ataques entre si após o apelo de Donald Trump para “imediatamente parar de atirar”, em meio a tensões regionais.
- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reconheceu a pausa no combate em discurso televisionado, mas avisou que responderá com força a ataques futuros.
- Houthis, aliados do Irã, também atacaram Israel e ameaçaram mirar navios ligados a Israel no Mar Vermelho, elevando as tensões.
- Analistas veem a trégua como frágil, com vários pontos de combustão que podem provocar novas trocas de ataques a qualquer momento.
- Israel manterá operações contra o Hezbollah no Líbano e sinalizou que reagirá fortemente a qualquer ligação iraniana com ataques contra Israel.
O conflito entre Israel e o Irã recuou após apelo de Donald Trump para uma paralisação imediata dos disparos. Netanyahu confirmou a trégua em discurso na TV, dizendo que responderá com força a ataques futuros.
O premiê de Israel afirmou que, no momento, o fogo entre as duas frentes está interrompido, após suposta resposta de Teerã. Contudo, deixou claro que ações futuras contra Israel terão retaliação.
Também houve ataques de retaliação de Israel contra o Irã, incluindo alvo em complexo petroquímico. O Irã, por sua vez, prometeu resposta contundente a qualquer violação.
Contexto regional
As tensões envolvem também o movimento Hezbollah no Líbano. Oficiais israelenses dizem que continuarão ações contra o grupo caso haja ataques, inclusive em Beirute.
O conflito inclui lançamentos de mísseis de Houthis no Iêmen contra Israel e ameaças a navios na região do Mar Vermelho, ampliando a instabilidade regional.
Repercussões e perspectivas
Mercados reagiram com alta de até 5% no petróleo, diante da escalada. Analistas veem a possibilidade de novos estopins a qualquer momento, mesmo com o cessar-fogo anunciado.
Trump tem pressionado por um cessar-fogo que permita acordo maior, mas a viabilidade de acordo depende de garantias sobre a atuação de Hezbollah, Irã e ações regionais.
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