- O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky encontrou o rei Charles III no castelo de Windsor e agradeceu ao Reino Unido pelo apoio “-inquebrável”.
- Zelensky divulgou que pretende convidar o monarca para uma visita de estado à Ucrânia ainda neste ano.
- O encontro ocorreu após Zelensky e líderes de França e Alemanha solidarem apoio à Ucrânia e apoiarem um acordo justo para encerrar o conflito com a Rússia.
- Em fala ao Guardian, Zelensky comentou a decisão de alguns conselhos locais de Reform UK de retirar bandeiras ucranianas de prédios públicos.
- O grupo conhecido como E3 – Reino Unido, França e Alemanha – pediu um cessar-fogo imediato e completo e destacou a cooperação para garantias de segurança em eventuais negociações de paz.
Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, reuniu-se com o rei Charles III no Castelo de Windsor nesta segunda-feira, após conversar com aliados europeus. O encontro ocorreu na sequência de tratativas com parceiros da Ucrânia. Zelensky agradeceu o apoio britânico considerado firme e anunciou a intenção de convidar o monarca para uma visita de estado ao país em breve.
Após a reunião, Zelensky informou nas redes sociais sobre o apoio contínuo do Reino Unido e postou uma foto ao lado do rei nos aposentos do castelo. Em entrevista ao Guardian, o líder ucraniano disse que pretende estender o convite já este ano, mantendo o tom de cooperação com Londres.
No fim de semana, líderes da Ucrânia, Reino Unido, França e Alemanha divulgaram um posicionamento conjunto defendendo um acordo justo e duradouro para encerrar o conflito com a Rússia. O grupo E3 reiterou apoio firme a Kiev e cobrou um cessar-fogo imediato.
Contexto político e militar
A nota conjunta de Starmer, Macron e Merz também pediu o fim dos ataques com mísseis e drones contra cidades ucranianas, destacando a importância de garantias de segurança para Kyiv no processo de paz. O bloco europeu permanece entre as principais linhas de apoio da Ucrânia.
Além disso, a coalizão liderada pelo Reino Unido e pela França busca fortalecer garantias de segurança para a Ucrânia como parte de negociações futuras. A ideia é apoiar um acordo que preserve soberania e estabilidade regional, segundo fontes she chamadas.
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