- Andrew Giuliani informou que, até agora, trinta e cinco equipes já vieram aos EUA para a Copa do Mundo de 2026.
- A entrada do árbitro somali Omar Artan foi negada no aeroporto de Miami, para razões consideradas muito boas pelos representantes do governo.
- Segundo Giuliani, não houve negação de entrada a jogadores nem a treinadores; apenas alguns dirigentes foram barrados por razões semelhantes.
- A federação de futebol do Irã disse que sua cota de ingressos foi revogada e que alguns membros da equipe de apoio tiveram vistos negados.
- O Irã transferiu a base de treinamentos de Tucson, nos EUA, para Tijuana, no México, devido à guerra no Oriente Médio; autoridades dizem monitorar a situação.
O governo dos Estados Unidos manteve a decisão de não conceder visto a alguns membros da delegação do Irã e ao árbitro somali Omar Artan, alvo de restrições para a Copa do Mundo de 2026. A divulgação ocorreu em Washington, durante evento do Atlantic Council, na terça-feira (9).
Andrew Giuliani, diretor executivo da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa de 2026, disse que, até o momento, 35 equipes já estiveram nos EUA. Afirmou que não houve negativa de entrada a jogadores ou treinadores, mas que alguns dirigentes foram barrados por razões consideradas positivas para a segurança.
Ele afirmou que a medida busca impedir a entrada de agentes mal-intencionados que tentem acessar o país sob o pretexto do torneio. Sobre Artan, Giuliani indicou que a decisão foi tomada por fundamentos que não poderia detalhar, ressaltando que a política visa equidade entre as seleções.
Contexto de segurança e políticas de vistos
O governo informou que a Somália figura entre os países com restrições de entrada vigentes na administração anterior. O Irã, que disputará três partidas em solo americano, precisou transferir parte de sua base de treinamentos de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México, devido a tensões na região.
A federação iraniana anunciou que a cota de ingressos para torcedores foi revogada e que alguns membros do staff tiveram vistos negados. A autoridade americana reiterou que toda a comissão técnica iraniana poderá entrar, enquanto alguns dirigentes podem ficar de fora por motivos semelhantes aos citados.
Giuliani afirmou que o objetivo é assegurar condições iguais para todas as seleções, ao mesmo tempo em que impede a entrada de pessoas ligadas ao CGRI, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. Não foram registradas ameaças concretas ao torneio, segundo o funcionário, que confirmou monitoramento contínuo pela comunidade de inteligência até o encerramento do evento.
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