- A força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo defende a negação de vistos ao árbitro somali Omar Abdulkadir e a parte da delegação do Irã por “razões muito boas” de segurança.
- O chefe da força-tarefa, Andrew Giuliani, disse que 35 equipes já vieram aos Estados Unidos, e que não houve recusa a jogadores ou técnicos, apenas a alguns dirigentes.
- Omar Artan, árbitro somali eleito o melhor da África em 2025, teve entrada negada no aeroporto de Miami no fim de semana, o que impediria sua participação na Copa.
- O Irã transferiu a base de treinamentos para Tijuana, no México, por causa da guerra no Oriente Médio; a federação iraniana informou que parte da equipe teve vistos negados e ingressos de torcedores foram revogados, embora a comissão técnica inteira possa entrar.
- Giuliani afirmou que o objetivo é garantir condições iguais para as seleções, ao mesmo tempo em que evitar a entrada de pessoas ligadas ao CGRI; não há ameaças críveis, mas a inteligência continua monitorando o torneio até o último gol, em 19 de julho.
O chefe da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo de 2026 defendeu a recusa de visto a um árbitro somali e a parte de uma delegação iraniana. Ele afirmou que a decisão se baseou em preocupações de segurança, sem detalhar os motivos específicos.
Giuliani ressaltou que, até o momento, 35 equipes já vieram aos Estados Unidos para o evento. Disse que nenhum jogador ou treinador teve visto negado, apenas alguns dirigentes, e que as razões são consideradas muito boas. O objetivo é evitar agentes mal-intencionados que tentem entrar sob pretexto do torneio.
O árbitro somali Omar Artan, eleito atleta do ano pela CAF em 2025, deveria ser o primeiro somali a apitar uma Copa. A entrada dele foi negada no aeroporto de Miami no fim de semana, segundo o Executivo da força-tarefa. Artan ganhou destaque recente pela premiação regional.
Segurança e regras de elegibilidade
Segundo Giuliani, a meta é manter condições iguais para as seleções, ao mesmo tempo em que impede que pessoas associadas ao CGRI tenham acesso aos EUA. Ele informou que parte da comissão técnica iraniana deverá entrar no país, mas alguns dirigentes iranianos não entrarão, por razões ainda não detalhadas.
A federação iraniana confirmou a revogação de parte da cota de ingressos para torcedores e informou que alguns membros da equipe de apoio tiveram vistos negados. O governo afirma que não há ameaças credíveis ao torneio, embora haja monitoramento ativo por parte da comunidade de inteligência.
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