- Jordânia afirmou ter interceptado e abatido cinco mísseis lançados do Irã em direção à base aérea de Al-Azraq; destroços caíram em território jordaniano e não houve feridos nem danos.
- A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã disse ter atacado quatro alvos na base de Al-Azraq com mísseis de longo alcance, incluindo hangares de caças F-35 e um centro de comando.
- A IRGC afirmou estar preparada para uma resposta esmagadora e decisiva a qualquer ataque dos EUA.
- Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo na Jordânia.
- O CENTCOM informou que iniciou ataques de autodefesa contra o Irã às 18h, em retaliação à queda de um helicóptero Apache americano, atingindo defesas aéreas, estações de controle terrestre e radares próximos ao Estreito de Ormuz com munições de precisão.
As Forças Armadas da Jordânia afirmaram nesta quarta-feira (10) que interceptaram e abatendo cinco mísseis lançados do Irã em direção à área da base aérea americana em Al-Azraq, na Jordânia. Destroços da interceptação teriam caído no território jordaniano, sem feridos ou danos materiais reportados.
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter usado mísseis de longo alcance para atingir quatro alvos na base de Al-Azraq, segundo a imprensa estatal iraniana. Os alvos incluiriam hangares de caças F-35 e um centro de comando e controle.
Alega-se que Teerã utilizou mísseis de longo alcance na ofensiva, com a IRGC dizendo estar pronta para uma resposta “esmagadora e decisiva” a qualquer ataque dos EUA. Não houve relatos de sirenes de alerta na Jordânia.
Desdobramentos regionais
No início da noite de terça, o CENTCOM informou que suas forças iniciaram ataques de autodefesa contra o Irã, a partir das 18h (horário de Brasília). A ação tinha como objetivo responder à queda de um helicóptero Apache da força dos EUA, ocorrida antes.
Donald Trump afirmou ter sido informado de que o Irã abateu o helicóptero americano na costa de Omã, e prometeu resposta. Horas depois, o Exército dos EUA disse ter concluído os ataques de retaliação contra o Irã, descritos como proporcionais.
Segundo o CENTCOM, as ações dos EUA visaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância próximos ao Estreito de Ormuz, com munições de precisão lançadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA.
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