- Paquistão lançou ataques aéreos ao longo da fronteira com o Afeganistão, quebrando meses de calmaria na região.
- O governo paquistanês informou que quatro alvos foram destruídos em ataques calibrados, resultando em 26 militantes mortos.
- O governo afegão talibã afirmou que 13 pessoas morreram, incluindo 11 crianças, em ataques em três províncias.
- Tarar disse que os ataques visaram esconderijos e um centro de treinamento, além de um depósito de munições na fronteira.
- A escalada é a primeira desde fevereiro; Paquistão e Afeganistão haviam concordado com cessar-fogo em outubro passado.
O Paquistão lançou ataques aéreos na fronteira com o Afeganistão, encerrando meses de relativa calma na região. Autoridades paquistanesas afirmaram que os bombardeios atingiram alvos considerados abrigos de militantes. O governo disse que houve destruição de quatro alvos e que 26 militantes morreram.
Segundo o governo paquistanês, as ações foram respostas a incidentes terroristas recentes dentro do país. Os ataques, descritos como calibrados, teriam ocorrido em áreas de fronteira, mirando pontos de treino, um centro de treinamento e um depósito de munições.
O Talibã no Afeganistão informou que os ataques atingiram áreas nas províncias de Kunar, Khost e Paktika. Conforme o grupo, 13 pessoas morreram, entre elas 11 crianças, uma mulher e um idoso. As autoridades afegãs negam que o território seja usado para ameaçar outros países.
As flutuações na fronteira vêm após intensas hostilidades em fevereiro e um acordo de cessar-fogo firmado em outubro do ano passado, após semanas de confrontos. Países vizinhos pedem cessar imediato da violência e retomada de negociações.
O Paquistão tem repetidamente acusado o Afeganistão de abrigar militantes que promovem ataques em solo paquistanês, uma acusação negada pelo governo talibã. As declarações oficiais ressaltam a necessidade de preservar a segurança de seus cidadãos.
O Kremlin e líderes da comunidade internacional chamaram ambas as partes a evitar escaladas e buscar soluções pacíficas. Autoridades de Islamabad afirmaram que a prioridade é a estabilidade regional, mantendo o foco na proteção da população.
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