- A IATA lançou a campanha de segurança “Salve uma Vida, Não uma Bagagem” para conscientizar passageiros a não levarem bagagens durante evacuações.
- Episódios de evacuação mostraram pessoas deixando mochilas, sacolas e malas pequenas, o que atrasa o procedimento de evacuação que é limitado a noventa segundos.
- A norma internacional é defendida por autoridades como a FAA, nos Estados Unidos, e a EASA, na Europa.
- Recomenda-se seguir as instruções da tripulação, deixar a bagagem para trás e dirigir-se rapidamente à saída de emergência mais próxima.
- Autoridades destacam que carregar objetos pode causar quedas, danificar escorregadores e colocar crianças, incluindo bebês, em risco durante a evacuação.
O setor de aviação lança uma campanha de conscientização para evitar que passageiros retirem bagagens durante evacuações. A iniciativa destaca que cada segundo conta para a segurança de todos a bordo.
A campanha, criada pela IATA, foi apresentada após episódios em que passageiros deixaram mochilas e sacolas nos interiores de aeronaves em situações de emergência. O objetivo é reforçar que a evacuação deve ocorrer sem obstruções ou pertences.
Segundo a IATA, a evacuação deve ocorrer em até 90 segundos, conforme normas internacionais adotadas pela FAA e pela EASA. A campanha orienta seguir as instruções da tripulação e deixar tudo para trás.
Campanha de segurança para evacuação
A iniciativa recebe apoio de reguladores de aviação e reforça a mensagem de que pegar bagagem pode atrasar a saída de passageiros e colocar crianças e bebês em risco. A melhoria na rapidez da evacuação está entre os pilares da campanha.
Florian Guillermet, da EASA, ressalta que cada segundo importa durante uma evacuação e que seguir as instruções da tripulação facilita a saída segura de todos. A mensagem enfatiza que a bagagem não é prioridade em emergências.
A FAA, por meio de seu representante, reforça que deixar pertences para trás reduz riscos de quedas, danos aos dispositivos de emergência e atrasos na saída. A campanha aponta que a negligência pode comprometer a sobrevivência de passageiros.
A iniciativa visa reduzir casos em que ocupantes tentam recolher itens ou fotografar o momento durante a evacuação, prática considerada perigosa pelos órgãos reguladores.
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