- O Tribunal na Tailândia condenou Bilal Mohammad e Yusufu Mierali, ambos uzugures uyghur, à pena de morte pela explosão na Erawan Shrine, em Bangkok, em de agosto de dois mil e quinze.
- O ataque deixou vinte mortos e mais de cento e vinte pessoas feridas.
- O processo durou dez anos e foi marcado por falhas na investigação, gerando questionamentos sobre a real justiça da sentença.
- Os dois réus permaneceram com a defesa de inocência; Bilal Mohammad usava passaporte turco falso, e Mierali foi capturado no Camboja.
- A investigação apontou evidências de vídeo, mas houve controvérsias sobre a identidade dos responsáveis e sobre a existência de outros suspeitos; treze mandados de prisão foram emitidos.
Um tribunal na Tailândia condenou dois homens à pena de morte por planejar e realizar o ataque terrorista mais mortal do país, em Bangkok, em 17 de agosto de 2015. A explosão ocorreu junto ao Erawan, ponto turístico central, matando 20 pessoas e ferindo mais de 120.
Os condenados são Uyghures, oriundos da minoria chinesa, Bilal Mohammad e Yusufu Mierali. Bilal Mohammad estava escondido na periferia de Bangkok, com passaporte turco falso, enquanto Yusufu Mierali foi preso no Camboja e entregue à Tailândia.
O ataque e a investigação
O bombista deixou uma mochila sob um banco; outra cena de explosão ocorreu a partir de um segundo artefato que foi jogado em um canal, sem detonar. Câmeras da região apresentaram falhas, e o governo ordenou a limpeza rápida do local, que reabriu dois dias após o ataque.
Arrestos foram efetuados até duas semanas depois do ataque, incluindo 13 pessoas com mandados emitidos. A polícia inicialmente afirmou que nenhum dos suspeitos era o autor da explosão, o que gerou controvérsia sobre a condução do caso.
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