- Três marinheiros indianos morreram após ataque dos Estados Unidos ao navio-tanque M/T Settebello, próximo à costa do Omã, na terça-feira, 9 de junho.
- O navio, com bandeira de Palau, foi bombardeado depois que militares dos EUA alegaram que a tripulação se recusou a cumprir ordens da Marinha americana, segundo o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM).
- O ministro dos Portos e Navegação da Índia, Sarbananda Sonowal, confirmou as mortes nesta quinta-feira, 11 de junho.
- O navio tinha 24 tripulantes; 21 foram resgatados. Estas são as primeiras vítimas fatais relacionadas ao bloqueio naval dos EUA no Mar Arábico.
- O bloqueio foi iniciado em 13 de abril, visando navios ligados a portos iranianos; as autoridades americanas afirmam ter inutilizado nove embarcações, redirecionado 135 e permitido a passagem de 42 que transportavam ajuda humanitária.
Três marinheiros indianos morreram em ataque das forças americanas a um navio-tanque próximo à costa do Omã na terça-feira (9/6). A confirmação foi divulgada pelo ministro dos Portos e Navegação da Índia, Sarbananda Sonowal, nesta quinta (11/6). O incidente ocorreu no contexto do bloqueio naval dos EUA no Mar Arábico.
O navio M/T Settebello, com bandeira de Palau, foi atingido pela marinha americana após a tripulação supostamente não obedecer às ordens recebidas. A nota do CENTCOM afirma que a sala de máquinas foi atingida com munições de precisão após repetidas recusas de cumprir diretrizes das forças dos EUA.
Havia 24 tripulantes a bordo, dos quais 21 foram resgatados. As mortes representam as primeiras vítimas fatais associadas ao bloqueio americano na região do Mar Arábico, iniciado em 13 de abril contra navios ligados a portos iranianos.
Detalhes do ataque
De acordo com o CENTCOM, o ataque visava forçar o cumprimento das ordens das forças dos EUA. O vídeo divulgado pelo comando mostra o momento do ataque e as ações de resposta de equipes de resgate.
Desde o início do bloqueio, as autoridades americanas afirmaram ter inutilizado nove embarcações que não obedeceram às determinações, redirecionado 135 navios que obedeceram e permitido a passagem de 42 embarcações com ajuda humanitária.
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