- Ativistas pró-palestina exibiram faixa pedindo a expulsão de Israel da FIFA perto do estádio de Toronto, horas antes da estreia do Canadá contra a Bósnia e Herzegovina, em doze de junho de dois mil e vinte e seis.
- Os manifestantes usaramm camisetas com a frase “Judeus por uma Palestina livre” e pediram a libertação do médico Hussam Abu Safiya, capturado pelo Exército de Israel em Gaza no fim de dois mil e vinte e quatro.
- Faisal Ibrahim, porta-voz dos ativistas, disse à Reuters que a FIFA é cúmplice das ações de Israel, afirmando que a entidade permite clubes israelenses em áreas ocupadas e transmite essas partidas.
- A Associação Palestina de Futebol afirma que clubes israelenses atuam em territórios ocupados; em março, a FIFA informou que não adotaria medidas contra essas equipes, citando o status jurídico indefinido da Cisjordânia.
- A manifestação ocorreu em um aterro próximo à Gardiner Expressway, uma das principais rodovias de Toronto.
O grupo de ativistas pró-palestina realizou uma manifestação nas proximidades de um aterro próximo à Gardiner Expressway, em Toronto, Canadá, na tarde de 12 de junho de 2026. A ação ocorreu horas antes da estreia da seleção canadense na Copa do Mundo, contra a Bósnia e Herzegovina.
Os manifestantes estenderam uma faixa vermelha com a mensagem Expulsem Israel da FIFA, cobrindo o logotipo do torneio. Camisas com a frase Judeus por uma Palestina livre também foram usadas em apoio à causa.
Entre as reivindicações, o grupo pediu a libertação do médico palestino Hussam Abu Safiya, capturado pelo Exército de Israel no fim de 2024 em Gaza. O porta-voz Faisal Ibrahim afirmou à Reuters que a FIFA funciona como cúmplice das ações de Israel, ao permitir clubes israelenses em áreas ocupadas e transmitir jogos dessas equipes.
A Associação Palestina de Futebol alega que clubes israelenses atuam em territórios ocupados. Em março, a FIFA disse não adotar medidas contra essas equipes, citando o status jurídico indefinido da Cisjordânia no direito internacional.
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