- Kiev atingiu refinarias de petróleo e uma fábrica petroquímica; Moscou atacou estações ferroviárias e subestações elétricas.
- Os ataques ucranianos atingiram um prédio de apartamentos; três pessoas ficaram feridas.
- O ataque russo na região de Sumy matou um ferroviário.
- A Rússia informou ter abatido 231 drones; as agências citam o Ministério da Defesa russo.
- Ambos os lados negam ataques deliberados a civis; especialistas destacam que drones trazem maior imprevisibilidade às guerras.
Duas frentes de combate envolvendo drones marcaram a última semana entre Rússia e Ucrânia, elevando a imprevisibilidade dos conflitos. Em Kiev, alvos estratégicos como refinarias de petróleo e uma fábrica petroquímica foram atingidos, enquanto em Moscou ataques orientados a infraestrutura ferroviária e elétrica causaram danos em várias regiões. Em território ucraniano, ataques aéreos com drones atingiram um prédio de apartamentos, deixando três feridos; já na região de Sumy, a ofensiva russa resultou na morte de um ferroviário. As informações foram reunidas por meio de relatórios de defesa e agências de notícia.
A Rússia informou ter abatido 231 drones, segundo fontes de agências de notícias vinculadas ao Ministério da Defesa. As partes envolvidas negam ataques deliberados contra civis, mantendo que as ações possuem objetivos militares. O envolvimento de drones foi destacado como um fator que amplia a imprevisibilidade dos conflitos, com destaque para o uso crescente dessa tecnologia por diversos países.
A dinâmica tecnológica dos drones
Bruno Pasquarelli, doutor em ciência política, aponta que os drones trazem uma nova dinâmica para guerras modernas, com avanços tecnológicos que se consolidam ao longo dos anos. O especialista afirma que a tendência de investimento em tecnologia de drones pode aumentar a incerteza operacional no campo de batalha.
Sobre o apoio europeu à Ucrânia, o pesquisador afirma que, embora o suporte permaneça, tende a se reduzir com o tempo. A Europa, segundo ele, continua a oferecer ajuda militar, mas com menos recursos, ao mesmo tempo em que busca fortalecer defesas nacionais individuais.
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