Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

EUA teriam planejado operação terrestre para capturar urânio no Irã, diz TV

Plano de operação terrestre para capturar urânio iraniano foi apresentado ao presidente Donald Trump, que não autorizou por risco de retaliação iraniana e perdas

No Oriente Médio, Trump recua e cancela ataques contra o Irã — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
0:00
Carregando...
0:00
  • Os Estados Unidos chegaram a considerar uma operação terrestre no Irã para capturar estoques de urânio altamente enriquecido, material essencial para armas nucleares.
  • O plano chegou a ser apresentado ao presidente Donald Trump nas últimas semanas, mas ele não autorizou devido ao risco de retaliação iraniana.
  • O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, general Dan Caine, retornou aos Estados Unidos em maio para reuniões sigilosas no Comando Central, na Flórida, para analisar cenários.
  • A operação exigiria centenas de soldados das forças especiais e poderia resultar em altas baixas, além de impactos econômicos devido à escalada do conflito; o material iraniano estaria distribuído em complexos e túneis subterrâneos.
  • O tema ocorreu durante negociações entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear, destacando divergência sobre o destino do urânio enriquecido iraniano.

Os Estados Unidos chegaram a considerar uma operação terrestre no Irã para capturar estoques de urânio altamente enriquecido, material essencial para armas nucleares. A informação foi veiculada pela CNN, com fontes próximas ao assunto.

Segundo as fontes, o plano chegou a ser apresentado ao presidente Donald Trump nas últimas semanas. O objetivo seria avaliar cenários para uma incursão destinada a obter o urânio armazenado em instalações nucleares iranianas.

Durante a sessão de avaliação, o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Cane, interrompeu compromissos em Bruxelas e retornou aos EUA, em maio, para reuniões sigilosas no Comando Central, na Flórida.

Trump teria recebido detalhes das opções militares, mas decidiu não autorizar a operação. O receio era de uma retaliação iraniana de ampla escala, segundo as fontes. Também houve preocupação com baixas entre soldados e impactos econômicos.

As conversas ocorreram em meio a negociações entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear. Embora haja indicações de avanços para um acordo, as discussões sobre intervenção militar evidenciam tensões próximas de um desdobramento significativo.

Um ponto de divergência relevante é o destino do estoque de urânio enriquecido mantido pelo Irã. Especialistas citados pela reportagem apontam que o material está distribuído em diversos complexos e armazenado em túneis subterrâneos.

Entre os obstáculos, as fontes destacam que a missão exigiria centenas de soldados das forças especiais. O planejamento classificou o risco da operação como entre alto e extremo, diante de potenciais perdas e de retaliações do Irã.

O caso reforça a complexidade de manter negociações paralelas com o Irã enquanto se avaliam opções militares de grande escala. As informações são fruto de fontes relacionadas ao assunto, para a CNN.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais