- Niño Guerrero, cujo nome completo é Héctor Rusthenford Guerrero Flores, era o líder do Tren de Aragua e foi morto em operação conjunta entre Estados Unidos e Venezuela no estado de Bolívar, no sudeste venezuelano.
- Guerrero ganhou influência enquanto esteve preso na penitenciária de Tocorón, em Aragua, e, sob sua liderança, o grupo se expandiu e se consolidou.
- O Tren de Aragua foi fundado em 2014 dentro de Tocorón e é acusado de extorsão, assassinatos por encomenda, tráfico de drogas, tráfico de pessoas, prostituição e garimpo ilegal; em janeiro de dois mil e vinte e cinco, os Estados Unidos classificaram a organização como grupo terrorista.
- Guerrero passou a foragido após uma operação venezuelana na Tocorón, em setembro de dois mil e vinte e três; os EUA ofereciam recompensa de cinco milhões de dólares por informações que levassem à captura, e ele foi acusado, em dezembro, de associação criminosa e tráfico de drogas e armas.
- Ao anunciar a morte, o governo dos Estados Unidos afirmou que os integrantes do Tren de Aragua não teriam mais refúgio seguro; o ataque teria sido realizado pelo Comando Sul, em cooperação com autoridades venezuelanas, conforme video divulgado pela Casa Branca.
- O governo da Venezuela informou que Guerrero foi neutralizado durante confrontos com estruturas do crime organizado, mencionando troca de informações de inteligência e apoio tecnológico especializado.
Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, líder do Tren de Aragua, foi morto em uma operação conjunta entre Estados Unidos e Venezuela no estado de Bolívar, no sudeste venezuelano, na sexta-feira (12/6). O objetivo era capturar o principal líder da facção, apontado como responsável pela expansão do grupo.
O Tren de Aragua teve origem em 2014, na penitenciária de Tocorón, no estado de Aragua. A organização é acusada de extorção, homicídios por encomenda, tráfico de drogas, tráfico de pessoas, prostituição e garimpo ilegal. Em janeiro de 2025, os EUA classificaram o grupo como terrorista.
Guerrero passou a ser considerado foragido após uma operação venezuelana na prisão de Tocorón, em setembro de 2023. Os EUA ofereciam uma recompensa de US$ 5 milhões por informações que levassem à sua captura. Em dezembro de 2024, ele foi acusado por promotores federais de Nova York de associação criminosa, tráfico de drogas e armas.
Ao anunciar a morte, o governo dos EUA afirmou que os membros do Tren de Aragua não têm mais refúgio seguro na Venezuela nem em qualquer outro lugar. Trump divulgou que o ataque foi realizado pelo Comando Sul americano, em cooperação com autoridades venezuelanas, com base em informações de inteligência.
O governo venezuelano informou que Guerrero foi neutralizado durante confrontos com estruturas do crime organizado, destacando a atuação integrada de inteligência e tecnologia de apoio. A nota oficial também ressaltou a cooperação entre as autoridades dos dois países para o desfecho.
*Com informações da Agence France-Presse*
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