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Usina de Zaporizhzhya é reconectada à rede após cessar-fogo

Usina de Zaporizhzhya é reconectada após cessar-fogo; 19ª interrupção desde o início da guerra, quase três dias com geradores de diesel para resfriar seis reatores

Usina nuclear de Zaporizhzhya, na Ucrânia. Foto: Wikimedia Commons
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  • A Usina Nuclear de Zaporizhzhya, na Ucrânia, foi reconectada à rede elétrica após cessar-fogo mediado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
  • A interrupção ocorreu depois que a subestação elétrica no outro lado do rio Dnipro foi atacada, desligando a linha de energia de reserva de Ferosplavna.
  • O episódio deixou a instalação sem energia externa por quase três dias.
  • Foi um dos mais longos períodos sem energia na usina desde o início do conflito, obrigando o uso de geradores a diesel de emergência.
  • A usina mantém seis reatores desativados que dependiam da energia para o resfriamento durante o período de interrupção.

A Usina Nuclear de Zaporizhzhya, na Ucrânia, foi reconectada à rede elétrica após reparos realizados durante um cessar-fogo pontual mediado pela Agência Internacional de Energia Atômica, segundo a Reuters. A retomada ocorreu após quase três dias sem energia externa na instalação.

A interrupção foi a 19ª desde o início do conflito na região, e teve como causa um ataque a uma subestação elétrica do outro lado do rio Dnipro, que desconectou a linha de energia de reserva de Feroslavna na noite de quarta-feira. A energia de emergência passou a ser fornecida por geradores a diesel.

A usina possui seis reatores desativados e depende de sistemas de resfriamento que, sem energia, requerem alimentação contínua. A Agência Internacional de Energia Atômica acompanhou a retomada e reiterou a necessidade de garantir eletricidade estável para manter a segurança operacional.

Causas da interrupção

O evento ocorreu após o ataque a uma subestação no setor oposto do Dnipro, que interrompeu a linha de reserva. A situação elevou a dependência de fontes de energia emergenciais para manter o resfriamento dos reatores já desativados.

Situação atual

Com a reconexão, a usina voltou a receber energia da rede elétrica, reduzindo a necessidade de geradores a diesel. A operação continua sob supervisão internacional da IAEA, que monitora condições de segurança e integridade das instalações.

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