- Um drone ucraniano atingiu um prédio residencial na capital regional de Oryol, no sudoeste da Rússia, deixando uma pessoa morta e nove feridos.
- Autoridades da região de Yaroslavl disseram que instalações de armazenamento de combustível pegaram fogo após o ataque.
- O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, afirmou que as forças atacaram uma instalação petrolífera importante para a reserva do estado agressor, na região de Yaroslavl.
- O conflito tem visto a Ucrânia intensificar ataques a alvos de petróleo e gás na Rússia, argumentando que o setor financia a invasão.
- No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer informou que um petroleiro sob sanções, supostamente parte da “frota paralela” da Rússia, foi abordado e detido no Canal da Mancha, em operação descrita como pioneira pelo país.
Um drone ucraniano atingiu um prédio residencial na região de Oryol, no sudoeste da Rússia, na madrugada de hoje, deixando um morto e nove feridos. A ocorrência aconteceu durante a campanha de ataques de Kiev a alvos estratégicos no interior russo.
Em outra frente, autoridades locais da região de Yaroslavl informaram que instalações de armazenamento de combustível pegaram fogo após serem atingidas por outro ataque com drone. Não há, até o momento, confirmação de vítimas adicionais associadas a esse incidente.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, afirmou que houve ataque a uma “instalação petrolífera importante para a reserva do estado agressor” na região de Yaroslavl. O governo de Kiev tem intensificado ataques a setores de energia como parte de sua resposta à invasão russa.
Sanções e operações no setor de petróleo
O Reino Unido investiga um petroleiro alvo de sanções, suspeito de integrar a chamada “frota paralela” da Rússia, que transporta petróleo em violação a sanções internacionais. A detenção do navio Smyrtos ocorreu no Canal da Mancha, segundo o Ministério da Defesa britânico.
Keir Starmer, primeiro-ministro interino, destacou que a operação é a primeira de seu tipo liderada pelo Reino Unido. Acredita-se que a Rússia utilize uma frota de centenas de navios para driblar sanções impostas devido à guerra na Ucrânia.
Autoridades britânicas afirmam que a ação busca coibir atividades que financiam o conflito. Não foram divulgadas informações adicionais sobre possíveis impactos operacionais ou comerciais.
Entre na conversa da comunidade