- EUA e Irã chegaram a um acordo para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, com assinatura prevista na sexta-feira, 19, na Suíça, segundo o Paquistão, mediador do acordo.
- O acordo indica que o Estreito de Ormuz será reaberto e que sanções poderão ser flexibilizadas, mas os detalhes não foram divulgados imediatamente.
- As negociações nucleares continuam, com um prazo de até sessenta dias para definir questões pendentes; a abertura pode ocorrer em até trinta dias.
- O acordo provocou queda no preço do petróleo, com o Brent caindo para cerca de US$ 84 por barril e o WTI para aproximadamente US$ 81 por barril.
Os EUA e o Irã chegaram a um acordo para encerrar o conflito e reabrir o Estreito de Ormuz, segundo fontes oficiais. A assinatura deve ocorrer na sexta-feira, 19, na Suíça, com teu Paquistão atuando como mediador principal. As discussões sobre o programa nuclear continuam para depois.
O acordo prevê a reabertura imediata do Estreito de Ormuz e a flexibilização de sanções para permitir maior venda de petróleo, conforme informações não oficiais. A previsão de implementação é de até 30 dias, segundo a imprensa iraniana citando fontes.
Kazem Gharibabadi, vice-ministro iraniano, confirmou o acordo na televisão, mas disse que a implementação depende da assinatura. O Irã indicou que o acordo final deve chegar em até 60 dias.
Detalhes e perspectivas
Fontes da imprensa internacional divulgaram possíveis itens do pacto: cessar fogo por 60 dias em várias frentes; fim de bloqueios e suspensão de sanções graduais; e compromisso do Irã em não obter armas nucleares, segundo relatos de CNN e Reuters.
O acordo é alvo de críticas e ainda envolve negociações mais amplas nos próximos 60 dias, incluindo o tema nuclear. Caso não haja acordo dentro desse prazo, o cronograma pode ser estendido, segundo autoridades paquistanesas.
Impactos econômicos
Após o anúncio, o preço do petróleo caiu, com o Brent em torno de US$ 84 por barril e o WTI próximo de US$ 81, refletindo expectativas de normalização do tráfego no estreito. A dinâmica de mercado deve acompanhar desdobramentos políticos.
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