- O general aposentado Wesley Clark afirma que os EUA devem manter grupos de porta-aviões no Oriente Médio durante o período de 60 dias de negociação com o Irã.
- Clark alerta que o poder de alavanca dos EUA pode diminuir após a retirada das forças.
- Ele também comenta sobre a função da assistência militar dos EUA na guerra da Ucrânia contra a Rússia.
- A entrevista foi conduzida por Kailey Leinz na edição tardia do programa Balance of Power, da Bloomberg.
O ex-general Wesley Clark afirmou que os EUA não devem abrir mão de sua alavancagem sobre o Irã antes de concluir o período de negociações de 60 dias. A ideia é manter na região, pelo menos, os grupos de porta-aviões, para preservar influência estratégica durante as tratativas.
Clark destacou que a presença militar no Oriente Médio pode ampliar a margem de manobra diplomática dos EUA durante as negociações. Segundo ele, a retirada de forças reduziria a capacidade de pressionar o Irã e dificultaria acordos futuros.
A entrevista foi conduzida por Kailey Leinz, no programa Balance of Power, da Bloomberg. Além do tema iraniano, o ex-general também abordou o papel da assistência militar dos EUA na guerra da Ucrânia contra a Rússia, sob uma ótica de estratégias de apoio a Kyiv.
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