- Na tarde de domingo, pelo menos três pessoas foram mortas e quinze ficaram feridas em um ataque aéreo israelense no subúrbio sul de Beirute, segundo a imprensa estatal do Líbano.
- O Exército de Israel afirmou ter alvo um “centro de comando” usado pelo Hezbollah em Dahieh, após o grupo apoiado pelo Irã ter lançado alvos aéreos em direção a Israel.
- Fotos do local mostraram danos consideráveis ao prédio atingido.
- Um alto funcionário iraniano avisou que o ataque em Beirute pode comprometer um acordo esperado para encerrar as hostilidades entre Irã e os Estados Unidos.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o ataque “não deveria ter ocorrido”, defendeu o direito de Israel à defesa e pediu que não haja mais ataques por nenhum dos lados.
O Líbano informou que pelo menos três pessoas morreram e 15 ficaram feridas em um ataque aéreo israelense na região sul de Beirute, neste domingo. A ofensiva ocorreu no subúrbio de Dahieh, alvo de bombardeio com o objetivo descrito como desmantelar uma estrutura de comando.
O Exército de Israel afirmou ter atingido um “centro de comando” utilizado pelo Hizballah em Dahieh, após o grupo apoiado pelo Irã ter lançado alvos aéreos em direção a Israel. Fotos da cena mostram danos extensos ao redor do edifício atingido.
Analistas destacam que o ataque ocorre em meio a negociações entre o Irã e os Estados Unidos, visando um acordo para encerrar o conflito. Responsáveis iranianos disseram que a ofensiva pode complicar as tratativas em curso.
Na esteira do ocorrido, autoridades iranianas alertaram que a ofensiva em Beirute poderia afetar o andamento das negociações. Ainda assim, o governo norte-americano sinalizou que busca manter o ritmo das conversas com o Irã, sem citar prazos.
Fontes israelenses apontaram que o conflito com o Hizballah seria tratada separadamente da atuação no Irã, mantendo a defesa de que a ofensiva contra o grupo permanece conforme eventos de hostilidade na região. Não houve confirmação de novas ações imediatas.
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