- A embaixadora ucraniana nos EUA, Olha Stefanishyna, afirma que acordo com o Irã permite que as lideranças foquem totalmente na guerra da Rússia contra a Ucrânia, no próximo encontro do G7.
- Zelenskyy deve participar do G7 e é esperado encontro com o presidente Donald Trump durante a reunião.
- Stefanishyna destaca a importância do apoio dos EUA, ressaltando que defesa aérea e mísseis para sistemas Patriot são vitais para a Ucrânia.
- A declaração mostra expectativa de avanços rápidos da Ucrânia rumo à adesão à União Europeia.
- A vereificação foi feita em entrevista ao vivo na edição noturna do programa Balance of Power, da Bloomberg, com Kailey Leinz.
Aumento do foco na Ucrânia na cúpula do G7. O acordo entre EUA e Irã, anunciado recentemente, facilita que líderes vertam a atenção para a guerra na Ucrânia durante o encontro do G7 desta semana. A afirmação vem da embaixadora da Ucrânia nos EUA, Olha Stefanishyna, em entrevista à Bloomberg.
Stefanishyna afirma que o entendimento entre Washington e Teerã permite que as lideranças se concentrem integralmente na agressão russa e em suas consequências para a Ucrânia. A funcionária destaca a defesa aérea e os mísseis para o sistema Patriot como itens absolutamente vitais para Kyiv, reforçando a necessidade de apoio contínuo dos EUA.
A diplomata também sinaliza a expectativa de avanços rápidos na trajetória da Ucrânia rumo à adesão à União Europeia. Segundo ela, o fortalecimento do apoio ocidental e as medidas de segurança para Kiev são cruciais para sustentar a resistência no território ucraniano durante o conflito.
Contexto e desdobramentos
O tema do G7 envolve cooperação internacional, apoio militar e oportunidades de cooperação econômica com a Ucrânia. A embaixadora ressalta que a parceria com Washington continua sendo um pilar estratégico para Kyiv, especialmente em matéria de defesa e tecnologia de defesa.
Além do apoio militar, Stefanishyna cita a importância de manter o diálogo com aliados para assegurar pacotes de auxílio, financiamento e sanções que condicionem o comportamento de Moscou. O reshaping da estratégia ocidental é apresentado como essencial para a continuidade do apoio a Kyiv.
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