- Mercado global em alta após sinal de acordo preliminar entre EUA e Irã para encerrar o conflito e reabrir o Estreito de Ormuz.
- Bolsas da Ásia fecharam em alta: Nikkei subiu cerca de 5%, Kospi avançou 5,2% e Shanghai Composite ganhou 1,6%.
- Bolsas da Europa abriram no positivo: DAX sobe 1,7%, CAC 40 avança 1,7% e FTSE 100 ganha 0,8%; futuros de Nova York indicam alta semelhante.
- Preços do petróleo recuam: Brent cai para US$ 83,25 por barril (- US$ 4,08) e WTI cai para US$ 80,37 por barril (- US$ 4,51).
- Trump confirmou o entendimento e fim do bloqueio aos portos iranianos; a assinatura formal está prevista para sexta-feira na Suíça, com analistas destacando que a estabilização plena pode levar meses.
O anúncio de um acordo preliminar para encerrar a guerra com o Irã e reabrir o Estreito de Ormuz impulsionou as bolsas globais nesta segunda-feira (15). O movimento coincidiu com a queda de preços do petróleo, ante a expectativa de normalização do comércio marítimo e de fretes.
Na Ásia, ações encerraram em alta: Nikkei 225 subiu 5%, atingindo 69.317,50 pontos, com impulso de setores de tecnologia e IA. Kospi avançou 5,2% e Shanghai Composite ganhou 1,6%. No território europeu, o tom foi positivo na abertura: DAX ganhou 1,7% e ficou em torno de 25.066 pontos, igual à referência para o CAC 40. O FTSE 100 britânico subiu 0,8%. Wall Street mostrou indícios de abrir em alta, com o S&P 500 1,2% no positivo.
Petróleo recuou com o noticiário: o Brent caiu US$ 4,08, para US$ 83,25 por barril, enquanto o WTI recuou US$ 4,51, para US$ 80,37 por barril. Analistas alertam que a estabilização total de preços pode levar meses, já que navegadores e seguradoras aguardam garantias de cumprimento do acordo.
Conflito e sinalizações
O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o entendimento inicial e autorizou o fim do bloqueio naval aos portos iranianos. O Irã confirmou o avanço, mas informou que a implementação depende da assinatura formal do texto, prevista para a próxima sexta-feira, na Suíça. A depender dos desdobramentos, espera-se maior previsibilidade para negociações futuras e prazos de transição.
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