- G7 reúne-se em Évian-les-Bains para tratar de Ucrânia, Gaza e Irã; presidente francês Emmanuel Macron é o anfitrião e o presidente dos EUA, Donald Trump, deve atualizar sobre o acordo com o Irã.
- A avaliação diplomática da UE acontece em Luxemburgo, com agenda semelhante, e a Ucrânia terá destaque após ataques russos que deixaram ao menos nove mortos e mais de vinte feridos em Kyiv.
- O mosteiro Kyiv Pechersk Lavra, listado pela Unesco, foi atingido; o presidente Volodymyr Zelenskyy chamou o ataque de crime contra a cultura cristã.
- Zelensky pediu resposta decisiva dos países do G7, com mais pressão sobre a Rússia e apoio à defesa aérea ucraniana.
- França condenou o ataque; o ministro das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, disse que atacar o complexo religioso é inaceitável, comparando ao que seria se Notre-Dame ou Saint-Denis tivessem sido atingidos.
O encontro dos líderes do G7 ocorre hoje em Évian-les-Bains, na França, para discutir questões urgentes como Ucrânia, Gaza e Irã. O evento é conduzido pelo presidente francês Emmanuel Macron e contará com a participação de diversos chefes de Estado, incluindo o presidente dos EUA. A agenda inclui avanços sobre o acordo de paz com o Irã, segundo apuração de veículos internacionais.
Paralelamente, ministros das Relações Exteriores da UE se reúnem em Luxemburgo com temas parecidos, sobretudo a crise na Ucrânia. Ambos os fóruns ocorrem após ataques russos na noite anterior, que deixaram dezenas de mortos e feridos na capital ucraniana.
Repercussões e ataques em Kyiv
O país informou pela manhã que mais de nove pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas em ataques na capital Kyiv. O complexo do Monastério Kyiv Pechersk Lavra, listado pela Unesco, foi atingido durante os ataques. Autoridades ucranianas classificam o episódio como um crime grave contra o patrimônio cultural.
O presidente Volodymyr Zelenskyy enfatizou a continuidade do conflito e a importância de uma resposta firme da comunidade internacional. Segundo ele, o apoio aéreo defensivo de Kiev, incluindo capacidades antibalísticas, deve ser reforçado pelos países do G7 para aumentar a dissuasão.
França condenou as ações, com o ministro das Relações Exteriores destacando que o ataque ao local religioso equivale a destruir um patrimônio histórico de valor mundial, o que a França considerou inaceitável. O tom diplomático reforça a coordenação entre as potências ocidentais em resposta às hostilidades.
Até o fim da manhã, autoridades de segurança e equipes de resgate trabalhavam para avaliar danos e evitar novos incidentes. A situação segue monitorada enquanto as lideranças internacionais discutem próximos passos e pressões internacionais sobre o conflito.
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