- Lula chegou a Genebra para a cúpula do G7 em Évian, participando como país parceiro, ao lado de Coreia do Sul, Índia, Quênia e Egito.
- Trump confirmou presença, com jantar de abertura no Palácio de Versalhes; possível encontro informal com Lula durante a reunião.
- A pauta inclui apoio contínuo à Ucrânia, tensões no Oriente Médio com foco no Estreito de Ormuz e negociações sobre o programa nuclear iraniano, além de debate sobre tarifas americanas.
- Brasil busca amenizar as tarifas de 25% impostas pelos EUA a produtos brasileiros e participa de 16 textos em negociação para o comunicado final.
- Lula discursa em sessões sobre ajuda ao desenvolvimento e crescimento econômico/global AI; almoço com CEOs de grandes empresas de tecnologia está programado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Genebra nesta manhã e seguirá para a cúpula do G7, que começa nesta segunda-feira na cidade de Évian, nos Alpes franceses. O encontro reúne países industrializados para discutir desequilíbrios econômicos globais, com participação de convidados. A pauta inclui apoio à Ucrânia, negociações no Oriente Médio e questões macroeconômicas.
O Brasil participa como país parceiro, ao lado de Coreia do Sul, Índia, Quênia e Egito, a convite do governo francês. Lula deve chegar entre os primeiros e manter encontros bilaterais, incluindo possíveis conversas com Emmanuel Macron. O jantar de recepção poderá servir de palco para abordagens entre líderes.
Trump aparece como incógnita. Embora confirmado pela presidência francesa, seu comparecimento depende de eventual agenda pessoal e de negociações em curso, incluindo o encerramento de um acordo com o Irã. A permanência dele na França pode variar conforme a evolução dos compromissos oficiais.
Agenda central do G7 envolve a guerra na Ucrânia, com participação de Volodymyr Zelensky. Os líderes pretendem manter apoio à soberania ucraniana e discutir estratégias para ampliar o suporte europeu, enquanto os Estados Unidos avaliam o grau de envolvimento militar.
Subtítulo: Perspectivas econômicas e diplomáticas
A prioridade econômica envolve tarifas e desequilíbrios macroeconômicos globais, tema de debates intensos entre as potências. França, Reino Unido, Alemanha e Itália ressaltam a necessidade de coordenação para enfrentar a dependência de cadeias de suprimento internacionais.
Subtítulo: Parcerias e tensões regionais
A orientação diplomática também aborda a reabertura do Estreito de Ormuz e as negociações sobre o programa nuclear iraniano, com participação de Egito, Catar e Emirados Árabes Unidos. Um esforço visa tranquilizar o tráfego marítimo e buscar soluções diplomáticas de longo prazo.
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