- Pelo menos oito tripulantes morreram na queda de um bombardeiro B-52 logo após a decolagem da Base Aérea de Edwards, na Califórnia, nesta segunda-feira (15).
- A aeronave participava de uma missão de teste de rotina e decolou às 11h20, horário local; indícios iniciais indicam que não havia possibilidade de sobreviventes.
- Equipes de emergência atenderam à queda; a base informou uma grande coluna de fumaça preta, pista com mancha escura e suspensão de passes de visitantes não comerciais até novo aviso.
- O último acidente fatal envolvendo o B-52 havia ocorrido em 2008, próximo a Guam, quando seis militares da Força Aérea morreram em queda do avião.
- O B-52H continua em operação na Força Aérea dos Estados Unidos; há projeto de modernização dos motores com custo estimado em US$ 48,6 bilhões, e substituição de fuselagens depende do “Cemitério de Aeronaves” em Davis-Monthan, no Arizona.
Oito tripulantes morreram na queda de um bombardeiro B-52 logo após decolagem da Base Aérea de Edwards, na Califórnia, nordeste de Los Angeles. O incidente ocorreu nesta segunda-feira (15) durante uma missão de teste de rotina, e as autoridades afirmam que não havia possibilidade de sobrevivência.
A queda provocou uma grande coluna de fumaça preta e o aeródromo foi fechado. Equipes de emergência trabalham para localizar todos os tripulantes. A base informou que o incidente impõe desvio no tráfego de aeronaves e suspensão de passes de visitantes não comerciais até novo aviso.
Antes do acidente, o último ocorrido envolvendo o B-52 foi em 2008, quando seis militares morreram após a aeronave cair no Pacífico, próximo a Guam, durante preparação para desfile.
Sobre o modelo da aeronave
O B-52 Stratofortress é uma das aeronaves mais antigas da Força Aérea dos EUA, em serviço desde 1955. O modelo B-52H atualmente opera com 76 unidades e pode transportar até 31.750 kg de bombas e munições.
A aeronave é equipada para missões de longo alcance e pode transportar bombas nucleares e mísseis de cruzeiro com ogivas nucleares. Embora não seja mais produzido desde 1962, a linha foi mantida com melhorias estruturais e de sistema ao longo dos anos.
A Força Aérea tem em curso uma modernização do B-52, incluindo desenvolvimento de novos motores, com custo estimado em US$ 48,6 bilhões, conforme fontes do Defense News. Substituições de fuselagem, quando necessárias, dependem de peças armazenadas no chamado Cemitério de Aeronaves, em Davis-Monthan, no Arizona.
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