- Grupo de mais de vinte criminosos armados com explosivos assaltou três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita, Alto Paraná, fronteira com o Brasil, na madrugada desta terça-feira (16).
- Explosivos reduziram parte da estrutura e as caixas fortes dos bancos Familiar e GNB; o valor em espécie levado ainda não foi quantificado.
- Também houve invasão à agência do Ueno Bank e à casa de câmbio Santa Rita, onde explosivos foram encontrados, mas não detonaram.
- O assalto durou de dez a quinze minutos; na fuga, dois veículos foram incendiados em pontos distintos da cidade.
- A Polícia informou que quatro policiais foram surpreendidos durante patrulhamento; dois suspeitos já foram identificados e possuem ordens de prisão em aberto; autoridades não descartam participação de estrangeiros e atuam em parceria com o Comando Tripartite.
Um grupo armado com explosivos realizou um mega-assalto na madrugada desta terça-feira (16) em Santa Rita, no Alto Paraná, fronteira com o Brasil. Segundo fontes policiais e do Ministério Público, mais de 20 criminosos atacaram três bancos e uma casa de câmbio na região central da cidade.
Os assaltantes, encapuzados e portando armas longas, invadiram simultaneamente as quatro instituições com o uso de veículos. Explosivos danificaram parte das estruturas e as caixas fortes dos bancos Familiar e GNB, possivelmente levando dinheiro em espécie.
Também houve entrada na agência do Ueno Bank, onde um vigilante e um funcionário foram rendidos. A casa de câmbio Santa Rita foi arrombada, com explosivos encontrados, porém não detonados. O tempo total do crime foi de 10 a 15 minutos.
Segundo a Polícia Nacional, quatro policiais que patrulhavam o centro foram surpreendidos pelo grupo e cercados. Um deles ficou refém por breve período; os outros três atiraram contra os criminosos, sem ferimentos entre os agentes.
Na fuga, o grupo incendiou dois veículos em pontos distintos da cidade. A promotora Rocío González informou que já há identificação de duas pessoas suspeitas, com ordens de prisão pendentes.
O comandante da Polícia Nacional, César Silguero, apontou que o grupo é, até o momento, caracterizado como paraguaios, mas não descartou a participação de estrangeiros. Ele mencionou a atuação do Comando Tripartite da Tríplice Fronteira.
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