- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, se reuniram na cúpula do G7, na França, para tratar do acordo entre Mercosul e Japão.
- Lula disse que aguarda o acordo com muita intensidade e que espera boas notícias na próxima reunião do Mercosul, em 30 de julho.
- Takaichi manifestou interesse em aprofundar a relação bilateral e ampliar esforços para diversificar a oferta de minerais críticos.
- Lula convidou a primeira-ministra para visitar o Brasil e realizar uma reunião de trabalho para melhorar substancialmente o acordo entre Brasil e Japão.
- Na agenda de Lula no G7, estão debates sobre parcerias internacionais, desenvolvimento global, crescimento econômico equilibrado e exploração de minerais críticos, com defesa da soberania nacional.
Durante a cúpula do G7, na França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nesta terça-feira (16.jun.2026). O tema principal foi o andamento do acordo entre o Mercosul e o Japão.
O encontro bilateral teve como foco o aprofundamento das relações entre Brasil e Japão. Lula afirmou que aguarda novas informações positivas na próxima reunião do Mercosul, marcada para 30 de julho. A parceria é pauta defendida pelo presidente desde o início de seu mandato.
Takaichi manifestou interesse em ampliar a cooperação e indicar que será necessário diversificar a oferta de minerais críticos entre os dois países. Lula também estendeu o convite para que a líder japonesa visite o Brasil, com uma agenda de trabalho para avançar no acordo.
Encontro Brasil-Japão e Mercosul
A conversa enfatizou a busca por um acordo que fortaleça os laços comerciais e tecnológicos entre Brasil e Japão, com foco em setores estratégicos. O diálogo ocorreu durante o evento internacional, que reúne líderes de diversas nações.
Agenda de Lula no G7
Lula participa de debates sobre parcerias internacionais, desenvolvimento global e crescimento econômico equilibrado. O presidente deve cobrar financiamento para combate à pobreza e apoio a economias emergentes, além de discutir a exploração de minerais críticos, incluindo terras-raras.
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