- Acordo provisório entre EUA e Irã busca encerrar o conflito no Oriente Médio e reabrir o estreito de Ormuz, prorrogando o cessar-fogo por mais sessenta dias.
- Donald Trump afirmou que o acordo está “fechado” e segue para a segunda fase, com detalhes ainda não divulgados.
- A próxima fase deve tratar do programa nuclear do Irã; questões como apoio a grupos regionais e o programa de mísseis não ficarão na agenda.
- A assinatura formal deve ocorrer em Genebra, com a participação do vice-presidente norte-americano, JD Vance, e do negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf.
- O acordo mantém pressão econômica e política sobre ambos os lados, enquanto o mercado de petróleo reagiu com quedas após a notícia.
O acordo provisório entre EUA e Irã visa encerrar o conflito no Oriente Médio e reabrir o estreito de Ormuz. Trump afirmou que o compromisso está fechado e entra em uma segunda fase, com detalhes ainda não divulgados.
Acordo prorroga por 60 dias o cessar-fogo vigente desde abril e busca a reabertura de Ormuz, bloqueado pelo Irã após ataques de fevereiro. A próxima etapa das negociações deve começar na Suíça, na sexta-feira, após a assinatura do acordo- quadro.
Entre as pautas, o futuro do programa nuclear iraniano será considerado na fase seguinte. Já temas como apoio a grupos armados regionais e o programa de mísseis não integram a agenda imediata, segundo autoridades.
Trump disse, em cúpula do G7, que o acordo passa para uma fase mais simples. O vice-presidente JD Vance e o negociador iraniano Mohammad Baqer Qalibaf devem comparecer à assinatura formal em Genebra.
O comunicado indica que o memorando assinado é de caráter geral, com detalhes por vir nos próximos dias. Fontes do governo norte-americano sinalizaram que haverá um pacote de sanções como parte do acordo.
Analistas destacam que o petróleo respondeu com queda, refletindo incertezas sobre a recuperação regional. Expectativas apontam que a normalização dos fluxos de petróleo pode levar semanas para se consolidar.
O Irã encara o acordo de forma cautelosa. O presidente Masoud Pezeshkian disse que o passo é importante, mas que um acordo definitivo ainda não se consolidou. As pressões internas também influenciam o cenário.
Quaisquer avanços dependem de garantias verificáveis sobre o cessar-fogo e sobre a implementação dos compromissos. As próximas semanas devem esclarecer o alcance concreto de benefícios prometidos a Teerã.
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