- Celso Amorim afirmou que o “protecionismo está sempre à espreita”, citando tarifas dos Estados Unidos e restrições da União Europeia às exportações brasileiras de carne.
- Ele disse que essas medidas ocorrem “à revelia” da Organização Mundial do Comércio (OMC).
- O comentário foi feito durante a abertura da Conferência de Segurança Internacional do Forte, no Rio de Janeiro, em 16 de junho.
- Amorim mencionou riscos do uso de inteligência artificial em guerras e a concentração de poder das big techs.
- Defendeu uma política de exploração de minerais críticos e terras raras que priorize soberania, condicionando cooperação internacional a impactos no bem-estar e na soberania nacional.
Celso Amorim, assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República, afirmou que o protecionismo está sempre à espreita. Em discurso, ele comentou tarifas dos Estados Unidos e restrições da União Europeia às importações de carne brasileira, consideradas por ele como medidas protecionistas.
O posicionamento foi exposto durante a abertura da Conferência de Segurança Internacional do Forte, nesta terça-feira (16/6), no Rio de Janeiro. Amorim disse que tais medidas ocorrem à revelia da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Ele destacou a defesa de um comércio diversificado e amplo, sem abrir mão da soberania nacional. O embaixador também mencionou riscos do uso de inteligência artificial em conflitos e a concentração de poder das big techs.
Contexto de comércio internacional
Amorim ressaltou também a necessidade de uma política de exploração de minerais críticos e terras raras que priorize a soberania. Segundo ele, a cooperação internacional pode ser útil, desde que avaliados os impactos no bem-estar do povo e na própria independência do país.
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