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Trump critica ataques de Israel ao Líbano e diz que Síria pode derrubar Hezbollah

Trump critica ataques de Israel ao Líbano e afirma que a Síria deveria cuidar do Hezbollah, sugerindo que Israel retire tropas da região

Faixa com a imagem de Hassan Nasrallah, líder assassinado do Hezbollah, pendurada em um prédio destruído na cidade de Jibchit, no sul do Líbano
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  • Trump disse, na cúpula do G7, que tem boa relação com o primeiro-ministro de Israel, mas pediu que Telavivo aja com mais responsabilidade em relação ao Líbano.
  • ele afirmou ter sugerido a Netanyahu que “deixe a síria cuidar do Hezbollah” e afirmou que, na sua visão, a Síria faria isso melhor, destacando que muitas pessoas morreram.
  • o Líbano foi envolvido no conflito após o Hezbollah atacar Israel; Israel lançou ofensiva e ocupa parte do sul do Líbano, com deslocamento de ao menos um milhão de pessoas.
  • há um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio, previsto para ser assinado na sexta-feira na Suíça, mas questões como o desarmamento do Hezbollah permanecem pendentes.
  • Trump mencionou a possibilidade de a Síria, com Ahmed al Sharaa, enfrentar o Hezbollah, e reforçou esforços para encerrar também o conflito na Ucrânia, pedindo um acordo de paz com a Rússia.

Trump critica a atuação de Israel no Líbano e sugere que a Síria poderia enfrentar o Hezbollah; afirmou que Tel Aviv atua há tempo demais contra o grupo e que muitas pessoas morreram. As declarações foram feitas durante a cúpula do G7, na França, no dia 16 de junho.

O presidente dos EUA disse ter boa relação com o premiê israelense, mas pediu responsabilidade ao governo de Netanyahu. Segundo Trump, Israel enfrenta o Hezbollah há muito tempo e o país deve considerar a intervenção síria no conflito.

Conforme reportado, o Líbano foi atraído para a violência após o Hezbollah atacar Israel com apoio ao Irã. Israel respondeu, ocupando parte do sul do Líbano e gerando deslocamentos de milhões de pessoas. O alvo de Trump foi reduzir o que ele vê como escalada prolongada.

Contexto regional

Trump afirmou que sugeriu a Netanyahu que deixe a Síria lidar com o Hezbollah. O ponto é que a Síria mantém oposição ao Hezbollah e já recebeu apoio de aliados regionais, o que compõe o cenário de atuação.

Apesar da fala de Trump, partes envolvidas mantêm versões distintas sobre a evolução do acordo entre EUA e Irã para encerrar a guerra na região. O pacto envolve questões pendentes sobre o desarmamento do Hezbollah.

Desdobramentos globais

O tom do discurso de Trump ocorreu após reunião com o presidente ucraniano e outros líderes do G7, com foco na defesa aérea da Ucrânia e na busca de cessar-fogo com a Rússia. O ex-presidente ainda sinalizou apoio a ações adicionais para acelerar o fim do conflito.

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