- Trump afirmou, à margem do G7 na França, que fará todo o possível para que a Rússia aceite um acordo de cessar-fogo, após encontro com Zelensky.
- O presidente dos EUA disse ter conversado também no domingo (14) com Vladimir Putin, destacando que as conversas mostraram que as duas partes continuam lutando e perdendo soldados.
- Trump comentou que não houve compatibilidade entre os dois líderes para se encontrarem, não resultando em um acordo.
- Na primeira sessão de trabalho do G7 em Évian-les-Bains, Macron recebeu Zelensky, Trump e outros líderes; o bloco sinalizou unidade em apoio à Ucrânia.
- Os temas discutidos passaram pelo fortalecimento do apoio da Ucrânia em energia e defesa aérea, além de manter e ampliar a pressão sobre Moscou, que continua relutante em negociações.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na terça-feira que fará todo o possível para que a Rússia aceite um cessar-fogo. O comentário ocorreu na margem da cúpula do G7 em Évian-les-Bains, França, após reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. A declaração reforçou o objetivo de reduzir o conflito na Ucrânia.
Trump informou ter conversado com Zelensky sobre a continuidade do conflito e as perdas de soldados. Ele também disse ter conversado com o presidente russo Vladimir Putin no domingo, mantendo o foco em terminar o combate.
O mandatário americano disse que, apesar de prometer empenho, os dois lados não conseguem se encontrar. O comentário ocorreu em meio a debates sobre o papel do G7 na mediação e na pressão por negociações.
G7: unidade e apoio à Ucrânia
Fontes diplomáticas destacaram um G7 unido, com mensagem de apoio a Zelensky. Também houve foco em ampliar suporte energético e na defesa aérea à Ucrânia, além de manter pressão sobre Moscou.
A sessão de trabalho contou com Macron recebendo Zelensky, Trump, Meloni e Merz. Olhares indicaram convergência quanto à necessidade de manter a assistência a Kiev e endurecer a pressão diplomática.
Ações militares e resposta russa
Na madrugada, a Rússia intensificou ataques na Ucrânia, atingindo a Catedral da Dormição em Kiev, segundo relatos. Em resposta, Kiev afirmou ter atingido uma refinaria russa a centenas de quilômetros de distância.
O Kremlin afirmou que não houve convite oficial para Putin participar do encontro do G7, mas indicou disposição para diálogo caso Zelensky esteja aberto a uma reunião séria em Moscou.
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