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Homem nigeriano é preso por armazenar fezes humanas fora de casa

Homem na Nigéria é condenado a 14 dias de prisão e multa de 100 mil nairas por armazenar fezes humanas diante da casa, causando mau cheiro e incômodo aos vizinhos

Mahmud Bashir A man standing in front of a home with several bags in front of the house
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  • Na cidade de Kano, norte da Nigéria, Mohammed Saidu foi condenado a 14 dias de detenção e multa de 100.000 nairas por armazenar sacos de fezes humanas fora de casa, gerando mau cheiro.
  • A denúncia partiu de vizinhos que disseram que o odor tornou a vida na região insuportável e levou o caso aos fiscais ambientais.
  • A magistrada Halima Wali determinou a detenção por 14 dias, a multa e a obrigação de limpar o local, além de proibir a repetição da infração; ela esteve no imóvel para conferir os sacos.
  • Saidu, que trabalha para esvaziar fossas sépticas, é suspeito de vender o material a agricultores como fertilizante; ele se declarou culpado.
  • Moradores disseram que a situação melhorou desde o processo, e alguns já haviam tentado resolver o problema em contato direto com Saidu antes de recorrer às autoridades.

A justiça de Kano, no norte da Nigéria, plantou uma decisão prática após denúncias de moradores sobre o mau cheiro causado por sacos de fezes humanas armazenados na casa de um morador. Mohammed Saidu foi levado ao tribunal após reclamações de vizinhos a autoridades ambientais.

A magistrada Halima Wali determinou a detenção por 14 dias e multa de 100.000 naira. Ela descreveu a conduta como altamente desconsiderada e uma ameaça à saúde da vizinhança. Saidu se declarou culpado.

Saidu atua recebendo o esgoto de fossas sépticas e, segundo relatos, vendia o material a agricultores como fertilizante, prática comum na região, mas pouco divulgada publicamente. Um chefe local estimou quase 50 sacos na primeira reclamação.

Decisão e consequências

Moradores disseram que o mau cheiro tornou a vida na casa quase insuportável. Um vizinho afirmou que houve tentativa inicial de resolver o problema de forma privada, sem sucesso.

Antes de proferir a sentença, a magistrada visitou a propriedade para verificar os sacos. Saidu foi obrigado a retirar o lixo do local e a não reincidir na prática.

Para a comunidade, a mudança já é perceptível. Um morador disse que o bairro voltou a ter qualidade de vida, sem o mau odor. A autoridade local informou que intervirá para evitar recorrência.

Reação da comunidade

O chefe local explicou que havia intervindo quando o armazenamento começou, mas não soube quando retomou. Ele reforçou o objetivo de manter a área pacífica e afirmou que haverá nova conversa entre Saidu e os vizinhos após a libertação.

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