- Candidatos Abelardo de la Espriella (direita) e Iván Cepeda (esquerda) votaram no segundo turno da eleição presidencial da Colômbia neste domingo.
- De la Espriella votou em Barranquilla cercado por apoiadores que gritavam “presidente” e “fora Petro”.
- Cepeda votou em Bogotá; o segundo turno define se o país seguirá políticas de esquerda ou avançará para uma guinada à direita.
- Propostas de De la Espriella incluem encerrar negociações com grupos armados, ofensiva militar, ampliar o setor de petróleo e gás, reduzir impostos e o tamanho do Estado em até quarenta por cento, mantendo o aumento de vinte e três por cento no salário mínimo promovido por Petro.
- Cepeda defende a continuidade das políticas de Petro, como pensões para pobres, reformas trabalhistas, negociações de paz e moratória em novos projetos petrolíferos.
Abelardo de la Espriella e Iván Cepeda votaram neste domingo (21) no segundo turno da eleição presidencial da Colômbia. A votação ocorreu em Barranquilla, onde o candidato de direita foi acompanhado por uma grande base de apoiadores, e em Bogotá, onde Cepeda votou. O pleito decide entre continuidade de políticas de esquerda ou uma guinada para a direita.
De la Espriella, advogado e empresário, defende encerramento de negociações com grupos armados e uma ofensiva militar ampliada. Também propõe redução tributária e diminuição do tamanho do Estado em até 40%, mantendo o aumento de 23% do salário mínimo promovido por Petro.
Cepeda, senador de 63 anos, defende manter as políticas associadas ao presidente Gustavo Petro. Entre elas, reforço de programas de pensões, reformas trabalhistas, negociações de paz com grupos armados e uma moratória a novos projetos de petróleo.
Cenário político e perspectivas
Enquanto De la Espriella busca ampliar o papel do Estado na segurança e na economia, Cepeda reforça continuidade de políticas sociais e de diálogo com movimentos sociais. O resultado do pleito definirá o rumo econômico e de segurança do país.
A votação ocorreu em meio a expectativas sobre a agenda futura do governo e o impacto das propostas sobre investimento, emprego e segurança interna. O escrutínio segue para apuração dos votos e divulgação dos resultados oficiais. Fonte: cobertura de imprensa internacional.
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