- Keiko Fujimori tem 50,12% dos votos e Roberto Sánchez 49,88%, com diferença de cerca de 44 mil votos e 99,87% das atas apuradas.
- Restam 0,13% das atas para processar, cerca de 120 documentos, segundo o Onpe.
- A expectativa é anunciar os resultados oficiais no dia 7 de julho, com credenciais ao presidente em 15 de julho e posse prevista para 28 de julho.
- Sánchez ameaça não reconhecer o resultado e convocou protestos para o próximo sábado, 27 de junho, indicando manter a judicialização.
- Organização internacional avaliou as eleições como ordenadas, embora com incidentes isolados, enquanto o cenário político segue tenso entre apoio e oposição a Keiko Fujimori.
Keiko Fujimori mantém vantagem matemática sobre Roberto Sánchez, com 99,87% das atas apuradas. A diferença é de 44 mil votos, em um pleito marcado por alta polarização no Peru.
A apuração avança lentamente. O Onpe confirmou que 0,13% das atas ainda dependem de parecer dos Júris Eleitorais Especiais, o que mantém a expectativa de definição final em aberto.
Com a margem atual, Fujimori aparece com 50,12% e Sánchez com 49,88%. A diferença de cerca de 44 mil votos sustenta a conjectura de vitória da candidata, se não houver novos sobressaltos.
Processo de validação e calendário
O Onpe informou que, assim que receber as atas pendentes, o processamento será imediato para fechar a contagem de 100% das atas. Não há previsão oficial de quando isso ocorrerá.
Segundo o jornal El Comercio, a previsão é anunciar os resultados no dia 7 de julho. A entrega das credenciais ao novo presidente estaria marcada para 15 de julho, com posse em 28 de julho.
Reações e possible desdobramentos
O candidato Sánchez pediu a anulação de votos no exterior, sustenta vícios no pleito e prometeu oposição à futura gestão. A sigla dele, Juntos pelo Peru, já contestou votações externas.
A versão da União Europeia, em avaliação, indicou que a eleição foi organizada de forma adequada e que o dia de votação transcorreu de modo tranquilo, com incidentes pontuais.
Contexto político e expectativa
Keiko Fujimori atua como candidata de continuidade do legado de seu pai e busca consolidar-se como a decima primeira presidente em dez anos no Peru. O pleito tem sido marcado por disputas judiciais e mobilizações.
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