- Autoridades russas usaram tecnologia fabricada pela empresa israelense de forense digital Cellebrite para auxiliar a acusação contra um proeminente ativista pró-democracia.
- Andrey Pivovarov, ex-diretor do grupo Open Russia, foi detido por oficiais de segurança em aeroporto de São Petersburgo em 2021.
- Ele foi condenado a quatro anos de prisão por trabalhar com uma organização considerada “indesejável” pelo governo.
- A informação sobre o uso da tecnologia Cellebrite veio a público em um relatório recente.
Em 2021, Andrey Pivovarov, ex-diretor da Open Russia, foi detido no aeroporto de São Petersburgo e condenado a quatro anos de prisão por supostamente trabalhar com uma organização considerada indesejável. Segundo relatório, autoridades usaram tecnologia da Cellebrite para embasar a acusação.
A Cellebrite é uma fabricante israelense de forense digital. O relatório aponta que dados extraídos por seus sistemas teriam sido usados no andamento do processo, embora não haja detalhamento público sobre o método.
O caso se insere em ações russas contra ativistas de pro-democracia, com Pivovarov ligado à Open Russia, organização que atua na oposição ao governo. As informações vêm de um relatório recente que reúne detalhes sobre as evidências digitais no processo.
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